12
Set 11

 

Um apanhado da série e a minha visão da mesma em relação ao seu futuro. 

 

God Of War conquista jogadores desde 2005. Num jogo que traz uma mistura de vários géneros e referências como Prince Of Persia com as suas plataformas, Devil May Cry com as combinações recheadas de espectáculo, o visual gore talvez inspirado em Shadow Of Rome, podemos ver inspirações em muitas franquias de sucesso, pegando o que cada uma tem de melhor e adaptando-a em Kratos e o seu universo mitológico.

 

O que aparentemente seria um jogo isolado, ou seja, sem sequelas previstas até ao lançamento do primeiro título, depressa e com o crescimento de vendas a uma velocidade vertiginosa a produtora Santa Monica comunicou que o novo espartano teria direito a uma trilogia e que outras surpresas podem surgir pela série.

 

Penso que uma dessas surpresas seja o segundo jogo que saiu com o nome da franquia God Of War: Chains Of Olympus, um jogo que veio ocupar o seu espaço na comunidade da portátil da Sony. Um jogo que, de certo modo, veio revolucionar aquilo que pensávamos que seria possível "brincar" com a portátil; mas a brincadeira não fica por aqui.

 

Três anos após a estreia da franquia, surgiu um segundo título numérico, cujo qual tenho um carinho especial. Este invoca uma das sete maravilhas do mundo antigo, a única que eu adoraria poder ver hoje, o Colosso de Rodes. Uma estátua gigantesca que representa a figura de Hélios, Deus do Sol, foi construída no século terceiro antes de Cristo e tinha trinta metros de altura e setenta toneladas de bronze. Pouco se sabe da sua destruição, mas teoricamente, 60 anos após a construção um terramoto a destruiu e os árabes venderam os destroços, daí a não haver mesmo mais vestígios da estátua; mas no jogo, Kratos vê-se obrigado a destruir pois ganhou vida para o matar. Este título fez maravilhas na já cansada consola de 128bits e, contra todas as previsões dos analistas, teve muito mais sucesso que o primeiro. Desde então surgiu a "tese" de que os jogadores têm muito mais preferência pelas sequelas do que propriamente pelas novas propriedades intelectuais.

 

 

Publicado Por ChadGrey às 13:47

10
Set 11

 

Kratos,

Um Homem Entre Os Deuses e os Titãs. 

 

Ainda não se completarem cinco anos da existência de Kratos, mas mesmo assim já junta uma legião de fãs enorme, de fazer inveja a um sem número de franquias de longa data. Kratos já tem vivencias mais que suficientes para contar e deixar o seu legado por várias gerações... Já foi um humano normal, já abriu a Caixa de Pandora, já foi um Deus, já enfrentou a experiência de morte (mais que uma vez), já humilhou deuses, já foi humilhado por deuses, já ajudou e já foi ajudado também por deuses e titãs. Em tão poucos jogos, são inúmeras as aventuras e feitos deste nosso herói tatuado e com cor de fantasma.

 

Este jogo, o mais aguardado exclusivo da consola de alta definição da Sony, chegou e veio para marcar um legado na série.

A estória pega pelo termino do segundo jogo God Of War II onde Kratos com a ajuda de Gaia (Deusa da Terra, mas no jogo assume a forma de um Titã) e alguns titãs escalam o monte do Olimpo para derrubar a todo o custo todos os deuses do Olimpo e os seus poderes.

Grossos modos, God Of War III é mesmo isto, mas isso percebemos logo no primeiro jogo, que o objectivo de Kratos seria este. O que não nos tínhamos apercebido é que estamos perante eventos épicos e monstruosos, no bom sentido da palavra.

 

Publicado Por ChadGrey às 14:32

08
Set 11

 

A responsabilidade de um Deus face ao seu passado

 

A Playstation Portable (PSP) para muitos não é a primeira opção para a forma de entertenimento gamming e a Sony Computer Entertainment quer que a sua consola não seja um utensílio de decoração encarregue de apanhar pó. Para isso tem de apostar e trazer coisas novas ou que agrade ao grande público alvo. Cinco anos após o lançamento da portátil (saiu em meados de 2005) as ideias e o aproveitamento da consola começam a escassear, mas o estúdio responsável pelo God Of War: Chains Of Olympus dá a sua voz que os nossos ouvidos ouvirão e diz ter uma surpresa de subtítulo: Ghost Of Sparta. Nem mais, antes do lançamento do aguardado e tão desejado God Of War III, o estúdio Ready At Down promete dar vida a Kratos com uma 

 

Estória

 

que acompanha o nosso herói no imediatamente a seguir ao momento que é coroado e emancipado como Deus da Guerra, ou seja, a seguir aos eventos do primeiro jogo da franquia, God Of War e consequentemente antes do segundo título. 

Oráculo é a figura que representa a sabedoria e previsão do futuro. Foi este que disse a Zeus e a Ares que quem iria destruir o reino do Olympo seria um guerreiro humano "marcado" e não os titãs que se encontravam presos e castigados desde a grande guerra. Durante um treino entre Kratos  e seu irmão Deimos, Ares invade e captura Deimos, pois pensava que este seria o humano marcado (este tem aquela marca encarnada que Kratos também viria a ter). Deimos foi desde então torturado pelo próprio Deus da Morte Thanatos. Isso representa um episódio do seu longínquo passado, muito antes de ser guerreiro, ou melhor, enquanto era uma pequena criança.

Agora este é Deus da Guerra, mas as visões do seu passado continuam vivas e bem presentes. Este pede conselhos a Athena, sua protectora desde sempre. Contra todos os seus conselhos, Kratos decide explorar o seu passado, indo ao encontro de toda a verdade e, se possível, do seu irmão também. Com uma 

 

 

Publicado Por ChadGrey às 22:05

07
Set 11

 

 

Uma remasterização em alta definição 

de God Of War e God of War II

 

Pouco tempo antes da chegada de um dos mais aguardados jogos de sempre, God Of War III, chega para acalmar os fãs e para quem ainda não teve oportunidade de experimentar. Esta foi a primeira de muitas remasterizações que iremos ver na consola Playstation 3.

 

É sempre uma mais valia a consola ler discos Blu-Ray, discos com capacidade entre os 25 e 50Gb, o que facilita o baixo custo de produção destas colecções, pois, neste caso, vêm o que equivale a 3 DVDs num só disco. (1 DVD para God Of War e os outros dois para a versão especial de God Of War II em que vem também com os vídeos de produção). Facilita produção, facilita distribuição e facilita o lucro.

 

Será assim tanta a diferença nos jogos originais e nos jogos remasterizados? A resposta é: Não, para além de agora ser em alta definição, ou seja, acabaram os gráficos "serrilhados".

Grossos modos não é muito mais que isso, mas há sempre um esforço adicional para agradar também aqueles que jogaram bastantes horas quando os originais saíram e incentivá-los a jogar mais horas "do mesmo". Pois para além de adaptarem o grafismo, fizeram também a adaptação e melhoramento de som e melhoraram também alguns bugs que vinham nas versões originais. Bugs que viram no Youtube dificilmente voltarão a vê-los nesta colecção.

 

Uma novidade é a de suportar o sistema de troféus da Playstation 3 e sim, cada jogo terá um sistema independente, ou seja, se conquistarem todos os troféus desta colecção terão direito a duas Platinas. Considerem um bónus que aumentará não só a longevidade de cada jogo, como ajudará também aqueles que jogaram os originais a decidir se querem mesmo voltar a jogá-los. Os que não ligam ao sistema de troféus e apenas prezam a qualidade videojogável, terão de pensar noutros factores, aqueles que se consideram "caçadores de troféus" verão aqui uma excelente oportunidade para aumentar a sua lista.

 

De resto pouco resta a acrescentar a cada um destes jogos, pois ambos já foram jogados, comentados e analisados por mim, onde podem ler clicando nos nomes que pretendem: God Of War ou God Of War II.

 

Podem ver algumas imagens para melhor perceberem as diferenças entre a versão original e a versão contida nesta Collection.

 

Publicado Por ChadGrey às 22:52

06
Set 11

 

O ínicio da Jornada

 

Tudo tem um começo.

Após o lançamento do contagioso God Of War que os estúdios da Sony Entertainment perceberam que criaram uma mina de ouro, e que seria obrigação da mesma explorar ao máximo a jornada e vida de Kratos, já uma figura Playstation. Desta vez, um ano após o lançamento do primeiro, o estúdio Ready At Down explora a recente portátil da Sony, a Playstation Portable (PSP). Será que conseguirá ser comparável ao seu irmão da consola caseira?

 

Estória

 

Cronologicamente, este jogo é anterior ao primeiro.

Após Kratos matar o rei Persa, viu o Sol cair do céu e o planeta ficou embrulhado numa imensa escuridão. Kratos luta pela cidade de Maratona e, ouvindo a música da flauta que a sua falecida filha tocava, tenta ir ao encontro do som. Este encontra o templo do Deus Hélio, Deus do Sol, e Athena orienta/comanda Kratos para encontrar o Sol perdido.

Kratos descobre que o facto do sol ter caído é algo muito mais forte do que apenas a (suposta) queda de um Deus.

 

 

Publicado Por ChadGrey às 17:08

05
Set 11

 

A Traição dos Deuses

 

Após o sucesso que foi o seu antecessor God Of War, seria já de esperar que os estúdios da Santa Monica fizessem uma continuação para honrar a continuação da saga. Foram três anos de incansável e paciente espera do nosso Deus da Guerra Kratos. Sai na Europa em duas versões, uma com um disco, a do jogo; e outra verão com dois discos, contendo o segundo disco alguns vídeos onde podemos acompanhar certas partes da produção de um jogo desta magnitude.

 

Estória

 

God Of War II é a continuação directa do primeiro jogo. Kratos terminou o seu antecessor derrotando Ares, o Deus da Guerra, o que o tornou por direito ser ele próprio o Deus da Guerra. E assim começa o segundo jogo da série. Kratos continua no trono, e foi invocado por um soldado espartano para anunciar a conquista de mais uma cidade, a de Rodes, cidade essa que dispunha de uma das 7 maravilhas do mundo, o Colosso de Rodes. Athenas pede a Kratos para parar com as conquistas pois está a enfurecer os outros deuses, mas este não houve e a mesma que tentou impedir disse que Kratos se iria arrepender. Kratos é orgulhoso e arrogante e de nada quer saber para o que a sua conselheira diz. Este desce à Terra e quase imediatamente vem um pássaro que absorve poderes a Kratos e o transporta para o Colosso, ameaçando destruir toda a cidade. Kratos penas de imediato que foi a sua conselheira Athenas que conspirou contra ele, mas não desiste e ameaça destruir o Colosso como prova da sua força. No entanto não consegue sem a ajuda de Zeus, seu pai. Zeus entrega uma espada a Blade Of Olimpus que promete ajudar na derrota do monstro e titãs. Mas para derrotar o Colosso, Kratos tem de por todo o seu poder na espada, ficando assim apenas um mortal sem quaisquer poderes. Por fim, nesta primeira fase, Kratos descobre que a conspiração contra ele vem de algo muito mais forte e poderoso que a própria Athenas.

 

 

Publicado Por ChadGrey às 15:12

03
Set 11

 

Kratos

O Deus da Guerra?

 

Cinco anos depois do lançamento da consola de 128bits Playstation 2, os géneros e diversidade nos jogos começa a escassear. A evolução gráfica pouco ou nada evolui, os jogos tornam-se repetitivos e muitos lançamentos deste ano são mais experiências Dejá vù do que propriamente momentos gratificantes. Pois surgem no mesmo mês do ano 2005 dois jogos que prometem dar vida e prometer novidades para o futuro da consola que aparentava estar cansada: Devil May Cry 3: Dante's Awakening e vindo dos estúdios da Sony Entertainment Computer propriamente da divisão Santa Monica surge a nova propriedade intelectual (mais conhecido pelos cibernautas como IP) God Of War.

Que nos trás este novo jogo?

 

Estória

 

Kratos é a personagem principal deste jogo que mistura elementos de acção, plataformas, puzzles e Hack 'n Slash.

Este é um capitão de um exército de espartanos numa fase recheada de vitórias e recompensas pelas suas conquistas, mas com este exército apesar de bem treinado vive em número reduzido e foi surpreendido pelo tamanho do exército bárbaro. Num momento de desespero e prestes a ser morto pelo comandante das tropas bárbaras, Kratos pede a Ares que o salve e como forma de pagamento, será seu fiél servo para sempre. E assim foi durante muitos anos, até que Ares realmente vê em Kratos um temível guerreiro e decide eliminar os obstáculos que o separam de ser seu a tempo inteiro, fazendo uma emboscada que fará Kratos matar a sua esposa e filha.

Kratos que até então sempre foi fiel, decide que não tem mais razões para viver e dedicará a sua jornada para terminar com o reinado e poder do Deus da Guerra Grego: Ares.

 

 


Mais Sobre Mim

Ver

Seguir

2 seguidores

Pesquisar