12
Jan 13

 

"I raised you, and loved you, I've given you weapons, taught you techniques, endowed you with knowledge. There's nothing more for me to give you. All that's left for you to take is my life." - The Joy a.k.a. The Boss

 

Já estava mais que na altura de vos falar do quinto jogo canónico da saga Metal Gear (ou terceiro, se quisermos contar apenas a partir do Metal Gear Solid). Estamos a falar de Metal Gear Solid 3: Snake Eater (MGS3), mas falarei também da versão que saiu posteriormente, o Subsistence.

MGS3 saiu para a Playstation 2 no Japão em 2004, mas o continente europeu só lhe pode por as mãos em cima quase um ano depois, já em 2005.

Ao contrário do que seria de esperar, o produtor do jogo Hideo Kojima não deu uma sequela directa de Metal Gear Solid 2, mas reuniu toda a sua criatividade e esforços para criar a prequela de toda a saga. Tanto que o nosso protagonista não é Solid Snake mas sim o Big Boss, antes de ser sequer Big Boss; no entanto temos o nome de código Snake, Naked Snake.

 

O jogo MGS3: Snake Eater decorre cronologicamente no periodo da Guerra Fria. Estamos a falar da década de 1960. Como vos disse, nós seremos o corpo do operacional da FOX (grupo militar dos EUA afiliado à CIA. Este grupo foi formado pelo Major Zero e pela The Boss) chamado Naked Snake e temos uma missão: Infiltramo-nos pela floresta da União Soviérica e encontrar o desertor que se dedicou na criação de uma arma nuclear. Esta missão chama-se Virtuous Mission. Concluindo ou não esta missão com sucesso que vos entreterá cerca de 20% do jogo, as outras 80% do jogo são preenchidas com fim a concluir a Snake Eater Mission.

 

Publicado Por ChadGrey às 14:10

02
Jul 12

 

"Snake, you can say that because you're a legend. But I'm Jack the Ripper, a terrible reminder of a dirty mistake." (Raiden)

 

 

 

 

 

Metal Gear Solid 2: Sons Of Liberty. A Playstation2 saiu em meados do ano 2000 e os jogadores anseiam para conhecer o poder da nova consola e acima de tudo depois de jogarem o épico Metal Gear Solid. Hideo Kojima não demorou tempo a responder aos jogadores e um ano depois da consola sair podemos por as mãos finalmente no Solid Snake. Acontece que Kojima tinha uns truques na manga e disse aos jogadores que Snake podia ter um parceiro, parceiro esse que promete trazer muita polémica a todo o universo Metal Gear.

 

Quatro anos depois dos eventos de Shadow Moses, o legendário Solid Snake a trabalhar em conjunto com o Otacon, decidem eliminar qualquer vestígio dos Metal Gear. Otacon tem conhecimento que um Metal Gear se encontra num navio e a missão de Snake é fotografá-lo no navio. Missão essa que pode ter as suas surpresas (des)agradáveis.

Neste pequeno episódio protagonizado pelo Snake iremos descobrir o poderio da nova consola. Ninguém fica indiferente à qualidade gráfica, sonora, da jogabilidade mais solta e intuitiva que foi possível com esta evolução.

 

Graficamente poderão visualizar as formações corporais e faciais ao pormenor. Enquanto na Playstation One as personagens não passavam de vultos vestidas com uma imagem pixalizada, poderemos assistir a uma brutal evolução no sentido em que agora podemos ver ao pormenor a face da personagem, tal como a sua expressão, penteado (para não falar da bandana) e o fato também está completamente em três dimensões, onde claramente verificamos os compartimentos na suit onde se armazena todos os utensílios que podem ser encontrados durante esta aventura.

 


15
Abr 12

 

People call mercenaries like us "Dogs of War."

But you're different. You are a Wolf...

You will die the proud wolf you are. (Solid Snake)

 

Passei o jogo todo a fazer uma lista de frases que eu considero fortes, com significado e até pequenos momentos de inspiração. Esta foi a escolhida num dos momentos mais fortes do jogo. Um momento que será para sempre lembrado por quem passa por toda esta vida, num momento em que Snake teve que derrotar a Wolf, pessoa que ficará para sempre na memória, não só do Snake, como do Otacon, como do jogador.

 

E foi com este jogo que Hideo Kojima apresenta em 1998 na consola da Sony Playstation, o jogo que fará corações bater a um ritmo cardíaco mais elevado que o costume. Não porque é um Survival Horror, que não é, e provoca sustos momentâneos; mas sim porque irá mexer com as emoções do jogador. Emoções essas que farão pensar muito depois de acabarem o jogo, muito depois de o arrumarem, muito depois de crescerem e continuarem a lembrarem-se da experiência que passaram com este (e até me custa dar-lhe um nome tão banal) "Jogo".

Metal Gear Solid, lançado em 1998 em exclusivo para a primeira consola da Sony, e é a continuação directa do título anterior do criado Hideo Kojima, o Metal Gear 2: Solid Snake, lançado pela primeira vez no Japão em 1990 para aMSX2

 

Este é daquele tipo de jogos onde é quase impossível descrevê-lo apenas com palavras, mas vou tentar fazer o melhor que conseguir e souber.

Começando por falar um pouco da estória em volta desta obra, contamos com a personagem principal Solid Snake, um herói lendário, cuja missão é infiltração e eliminar uma potente arma inteligente e nuclear. Grossos modos, é isso.

Passa-se no ano de 2005, numa zona ficticia do Alasca chamada "Shadow Moses" (uma alusão à figura biblica Moisés), e este comandado pelo Colonel Campbell, pretende eliminar o grupo terrorista denominado porFOSXHOUND. Grupo este liderado por alguém muito próximo de Solid Snake...

 

Este é o terceiro jogo da série (os dois primeiros estão incluídos na versão Substance de Metal Gear Solid 3 e também no pacote que está disponível para Playstation 3 e XBox360 Metal Gear Solid: HD Collection mais tarde falarei melhor deles, ou independentemente ou na análise que farei ao Metal Gear Solid 3), mas o primeiro que é totalmente em 3D. Este salto foi importantíssimo para a série. Apesar da jogabilidade se encontrar muito próxima dos antecessores, no que diz respeito à vista aérea e câmara fixa, a maior parte das vezes, todo o motor 3D representa excelentes melhorias para a representação das personagens, caracterização e para as inúmeras cenas cinematográficas que serão de encher o olho, impossibilitando quase sempre carregar no botão X (ao carregar no X durante o vídeo, será passado à cena seguinte).

Os gráficos são bastante fluidos e funcionais. Foi feito um excelente trabalho no que diz respeito à colorização e animação dos cenários e personagens, o que resultou numa quantidade contável de pixeis, mas isso são pormenores que se reparam hoje passados quase 15 anos depois do jogo ter sido lançado. Na altura eram um mimo!

 

Publicado Por ChadGrey às 11:41

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