05
Jan 13

 

"A palavra de uma criança, embora honesta e verdadeira tem pouco valor para aqueles que não sabem mais ouvir." - Dumbledore

 

Depois de quase um mês sem postar nada neste espectacular Blog, espero que vocês dois ou três leitores tenham tido um Natal divertido ao pé de quem mais gostam e um Ano Novo igual ou ainda melhor!

 

E o primeiro post do ano 2013 é sobre um livro sobre uma série que por vários motivos quase que já nos acompanha nas nossas épocas natalícias, mais ou menos como o imortal Sozinho em Casa. Estou a falar de Harry Potter e acompanhou-me na sua aventura com o Prisioneiro de Azkaban.

 

Um livro de leitura recomendada pelo plano nacional àqueles jovens estudantes que frequentem o sexto ano de escolaridade, é com todo o gosto que (mesmo tendo concluído o sexto ano à uns belos anos) li este exemplar que representa com mestria o mundo da feitiçaria.

Tudo começa um pouco semelhante aos dois anteriores: Harry Potter estava em casa dos muggles (a família não feiticeira e única de Harry, os Dursleys) e, cansado de ser ignorado e até maltratado quebrou uma regra importante de Hogwarts, pois este usou feitiçaria fora do recinto da escola, mesmo pouco tempo antes de começar o terceiro ano para Harry.

 

Harry encontrou os seus melhores amigos: O Ron sempre acompanhado do seu rato que não tinha um dedo e a Hermonie que decidiu comprar um gato em vez de uma coruja. Curiosa escolha. E assim começa o terceiro ano, ano em que Harry e a sua equipa de Quidditch se empenha para ganhar o prémio no final do ano. Ano também onde, ao que parece, um dos prisioneiros mais perigosos do mundo da feitiçaria conseguiu fugir com sucesso da prisão. E parece que este prisioneiro está com fome, fome de vingança pelo o que Harry ainda bebe fez àquele-cujo-nome-não-pode-ser-pronunciado, seu mestre.

 

Harry Potter and the Prisoner of Azkaban foi lançado no Verão de 1999 no Reino Unido (naturalidade da escritora J. K. Rowling) e em pouco menos de um ano viu a primeira edição a sair neste país ibérico.

Contem com uma edição (portuguesa) de 352 páginas onde encontramos a aventura dividida por 22 capítulos. Na minha opinião, até à data e tendo em conta que este foi o último livro que li da saga, estamos perante a aventura com os melhores twist's da série. Muitos feitiços e engenhos onde sentimos que a cada ano lectivo os nossos feiticeiros estão mesmo a aprender e a evoluir, sendo cada vez mais perspicazes e habilidosos com as varinhas, e não só.

 

Desde 2004 que podemos assistir à adaptação feita desta aventura à magia do cinema. Desta vez contamos com a realização de Alfonso Cuarón e mantenho a opinião de que as adaptações ao cinema das aventuras do nosso feiticeiro conseguem ser das mais fieis captando os grandes momentos do livro.

 

Prós:

  1. Harry Potter e amigos de volta e em grande
  2. Os textos continuam cativantes para todas as idades (espero eu ;) )
  3. A organização deste livro está soberba, tendo em conta todas as peripécias organizadas

 Contras:

  1. A perseguição de Snape  Malfoy ao Harry por vezes é irritante e injustificada.
Sinopse )

 


27
Jun 12

 

"São as nossas escolhas, mais que as nossas capacidades, que mostram quem realmente somos" - Harry Potter

 

Este é, para as duas pessoas no mundo que não souberem, o segundo livro de sete deste grande mundo criado pela escritora (em tempos a mais rica escritora, depressa ultrapassada de novo por Stephen King) J. K. Rownling.

Harry Potter and the Chamber Of Secrets foi escrito em 1998 e depressa (dois anos depois) a Editorial Presença trouxe para território nacional este exemplar. Hoje é uma obra escolhida para o plano Ler+, Plano Nacional de Leitura.

 

Harry Potter continua com problemas com a sua família. Continua a ser massacrado e tratado como um anormal tanto pelos seus tios, como pelo seu primo. Ansioso por notícias do Ron ou da Hermione que não chegavam tornavam o Verão ainda mais longo e insuportável... Os únicos que pode chamar de amigos ou até mesmo família não entraram em contacto com o órfão.

Mas numa certa noite em que Harry Potter estava mais uma vez trancado no quarto e proibido de fazer qualquer tipo de barulho, recebeu uma visita muito peculiar. Directamente de Howgarts veio um elfo anão chamado Dobby que insistia para que o herói Harry nunca mais fosse para o único sitio que o faz sentir em casa, ou seja, na terra dos feiticeiros Howgarts.

 

Claro que Harry não iria abdicar daquilo que alguma vez o fez sentir útil e "em casa". Não respeitou o conselho do anão e, numa viagem que ficará para sempre, viajou para Howgarts. Tudo parecia perfeitamente normal, não fosse o facto de vários ataques se sucederam aqueles que não eram "feiticeiros puros", ou seja, descendem de pessoas que não tinham habilidades como feiticeiros, como o caso da Hermione. Aí tem que vir à baila uma lenda com mais de 50 anos, a da Câmara de Segredos que foi fechada e supostamente nunca mais deveria ter sido aberta. Importantes intervenientes serão responsáveis por estes sucedidos.

 

Como expliquei, a seu tempo vou ler todos os livros deste pequeno feiticeiro, e quando acabar um livro vejo o respectivo filme. Tanto literariamente como cinematograficamente têm que ser visto, aparecido e vivido por quem interessar. E acredito que apesar de estranhar, acaba sempre por entranhar e facilmente se aproveita um excelente mundo para todas as idades. 

 

 

Sinopse )

 

Publicado Por ChadGrey às 00:29

25
Jan 12

 

"O dia de Harry Potter... Vão escrever-se livros, todas as crianças do mundo conhecerão o seu nome" - Professora McGonagall

 

Uma citação, bastante ambiciosa diga-se de passagem, posta na boca da Professora de Hogwarts mas escrita por uma das escritoras mais bem pagas do mundo da actualidade: J. K. Rowling (Houve um ano que foi considerada a mais bem paga do mundo, mas o estaudinense[1] Stephen King voltou rapidamente a ser o mais bem pago); mas uma citação que pareceu adivinhar realmente o futuro. Ficou provado no primeiro capítulo do livro que J. K. Rowling, para além de cativar, era uma visionária.

 

Ainda me lembro, numa aula de Língua Portuguesa no meu sexto(ou sétimo?!?) ano de escolaridade, quando a professora diz na aula que está uma "nova" escritora a fazer muito sucesso com uma série para a rapaziada da nossa idade (11/12 anos) para cima[2]. Ela mostrou na altura o primeiro livro da série, com uma capa desenhada e colorida, muito atraente para os miúdos chatearem os pais para comprarem. Foi isso também que fiz, apesar de na altura ler não ser de perto um gosto, mas queria porque ouvia toda a gente a dizer que ler só faz bem. Comprei logo os dois únicos livros que haviam: Harry Potter e a Pedra Filosofal e o Harry Potter e a Câmara dos Segredos. Os únicos que haviam ainda sido traduzidos. Li-os e lembro-me de ter adorado. Nunca tinha pensado nem feito a menor ideia de que um dia mais tarde iria ser lançado um filme que seria um sucesso de bilheteira. Depois de ver o primeiro filme comprei o Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Foi por esta altura que desisti dos livros da série e, mais tarde, dos filmes também. Lembro-me de não ter gostado de maneira nenhuma do livro e, muito mais tarde, do filme também. Até aos dias de hoje, ainda só li os primeiros 3 livros e vi os primeiros 3 filmes.

 

Pois foi num passeio numa superfície comercial que vi as novas edições dos livros de Harry Potter, uma colecção que junta fica simpática e dou uma vista de olhos pelos filmes Blu-Ray da série. Está bem..., comprei a nova edição (as edições velhas, estão "emprestadadas") do livro, e o filme em Blu-Ray e pretendo fazer a colecção toda de Harry Potter assim, com os livros todos e os filmes todos na sua melhor qualidade. Espero não "berrar" no terceiro, como foi a minha opinião no passado. Voltei a ler este primeiro livro, mais tarde verei o filme; e depois compro o segundo livro e filme para os ler e ver e assim sucessivamente; leve o tempo que levar. Claro que não vou ler a saga toda seguidamente, para não "enjoar", por isso vou fazer este plano intercaladamente.

 

Feita esta "explicação", que mais vos posso dizer em relação ao primeiro livro da saga: Harry Potter e a Pedra Filosofal? Realmente, depois de reler, compreendo perfeitamente o sucesso da série. Um livro que em "poucas", ou melhor: Suficientes, páginas tem de tudo: Dois universos bastante distintos; um desporto totalmente novo, ficticio, e bastante competitivo como é o futebol no nosso continente; personagens bastante humanas e diferentes entre si apesar das habilidades que têm como feiticeiros; Uma aventura proibida e estamos a falar de crianças que são crianças mas que têm tempo para crescer.

 

Harry Potter é uma criança, órfã, que vive com os seus tios. Estes discriminam o Harry bastante, tratando-o como se fosse diferente tendo como grande contraste filho legitimo que era muito bem tratado e mimado. Harry no seio da sua família sentia-se diferente e sozinho, mas nunca pensaria que um dia iria receber um convite para ir estudar para Hogwarts, a escola de feiticeiros mais famosa do mundo. E muito menos pensou Harry que iria ser o centro de todas as atenções e bastante famoso, muito por força da terrível morte dos seus pais, numa luta contra o Voldemort (Aquele-cujo-nome-não-pode-ser-pronunciado) onde ainda bebé mas único sobrevivente, tendo sofrido apenas uma cicatriz na sua forma de um trovão.

 

Nesta escola Harry conhecerá todo o tipo de pessoas, como aqueles que serão os seus melhores amigos (Ron, Hermione, Hagrid e Neville), o seu arqui-inimigo (Malfoy), como os professores e o director da escola que acompanharão com toda a importância merecida e equilibrada presença na aventura. Apesar dos capítulos grandes, o livro não deixará ninguém se fartar seja de quem for. 

 

Livro viciante, cativante, estranho no melhor dos sentidos e um livro que consegue dar vida a feiticeiros de uma forma fresca e saudável, não manchando a imagem clássica do que é um feiticeiro. Interessante e rico, promete animar e entreter todas as idades e não só as camadas mais jovens.

 

Prós:

  1. Viciante e fresco 
  2. Livro para todas as idades
  3. Personagens com personalidade e carisma
  4. Ambiente vivido e envolvido
  5. Quidditch

Contras:

  1. Método para protagonizar o ambiente ficticio, rebaixando um pouco o universo "real"
  2. Final um pouco acelarado 

 

[1] Apesar de não encontrar esta palavra no meu dicionário de Língua Portuguesa, já actualizado com o novo acordo ortográfico, segundo O Livro da Ignorância Geral, escrito e compilado por John Lloyd e John Mitchinson, "estaudinense" é o termo correcto para definir os habitantes nascidos nos Estados Unidos da América. A expressão "norte-americano" associado apenas aos habitantes nascidos nos Estados Unidos da América é errónea porque Canadá e México também pertencem ao Norte da América.

[2] É possivel que, neste contexto histórico, eu me tenha enganado em alguma data.

  

Sinopse )
Publicado Por ChadGrey às 23:23

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