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Jun 11

 

 

 

O que acontece quando acabamos por descobrir

 

que fomos nós que estragamos tudo? 

 

Em 2007, José Rodirgues dos Santos publica o seu quinto romance, o terceiro protagonizado pelo criptologista e historiador Tomás de Noronha.

 

Esta aventura vê o seu ínicio no centro de dois homicidios da mesma natureza, de dois cientistas que trabalham no mesmo projecto. Ambos os defuntos encontram-se aompanhados de uma mensagem com apenas três digitos: "666", mais conhecido como o número do demónio.

O professor Tomás de Noronha é, novamente, solicitado pela Interpol para ajudar a decifrar o que estes dois corpos têm em comum, a fim de encontrar o homicida.

 

Nesta aventura toda que decorre durante a investigação, Tomás vê-se envolvido no meio do negócio que envolve as pessoas mais poderosas do mundo: as pessoas que controlam o petróleo. O nosso historiador português descobre também o cenário mais devastador de sempre: As reservas de petróleo estão a terminar e não falta mais de uma década para esse cenário descobrir a sua realidade.

 

Como se não bastasse a mãe de Tomás, já viuva, encontra-se doente, pois sofre da doença de Alzheimer. Um problema que este terá que enfrentar, ao mesmo tempo que decifra e junta todos os pontos, que não lhe deixam de certo modo optimista.


2 comentários:
Este foi o primeiro livro que li do fantástico José Rodrigues dos Santos, e lembro-me de o ter devorado com uma rapidez que nunca antes tinha tido a ler um livro.
Acho que não foi só pelo tema, que me interessa bastante, mas também pela forma como o escritor aborda o assunto.
Para quem ainda pensa que o ser humano não é o animal mais destruidor e sem respeito pelo mundo, leia este livro e vai ficar surpreendido.
Se as alterações climáticas já se fazem sentir na actualidade, com o fim das estações do ano por exemplo, como será no tempo dos nossos filhos, netos e bisnetos?

A dependência do mundo civilizado do petróleo é igualmente assustadora..
Obrigatório!!
Amy Rose a 21 de Junho de 2011 às 12:31

Yah, este livro é mesmo obrigatório, não só pelo romance em si, como pelo enriquecimento cultural.

Como disseste, obrigatório!
ChadGrey a 22 de Junho de 2011 às 15:13

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