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Abr 12

 

Uma experiência cinematográfica, 

Com o virar da página 

 

Uma das primeiras coisas que uma pessoa procura num livro é: viver uma experiência que não pode, por vários motivos, vivê-la ela própria... Ou porque sonha ir para o espaço combater extraterrestres; ou porque precisa de saber o que é viver como um thriller ou algo do género policial; entre muitas outras realidades.

O que Brian Selznick nos quis provar com esta obra, é que para além duma aventura, interessante e apaixonante, é possível ao leitor vivê-la e assistir.

 

O livro começa com as seguintes palavras escritas numa pequena introdução pelo Professor H. Alcofrisbas: "(...)Antes de virar a página, imagine-se sentado na escuridão, à espera do início de um filme. (...)"; pois é isso que este livro é... Um filme com 548 páginas.

 

Todo escrito e ilustrado pelo B. Selznick, foi concluído e lançado no mercado em 2007 sob o título original de The Invention Of Hugo Cabret. Um ano depois Portugal vê a sua versão traduzida sob a responsabilidade das Edições Gailivro. Uma edição luxuosa com cada dura e folhas duras para melhor conservação e estima. Não é de admirar que seja um livro que frequentemente seja desfolhado por vocês para o lerem novamente ou apenas integralmente. Foi adaptado ao cinema nos finais do ano passado o que, como normal, deu um impulso nas vendas, e eu ajudei, do livro, dando-lhe uma capa nova, como a podem ver na imagem... Em baixo no espaço da Sinopse poderão ver a primeira versão da capa do livro em Portugal e que estará também disponível na cópia que vocês adquirirem, bastando remover a capa mais recente.

 

Este livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura (3.º Ciclo), conta-nos a estória de um rapazinho chamado Hugo. O Hugo Cabret é um jovem, órfão, que vive entre as paredes do gare de Paris. É este quem faz com que os relógios estejam sempre sincronizados e a informarem a hora correcta. Este tem um precioso diário que diz como funcionar um autónomo, boneco automático que promete desvendar uma mensagem que por si é um incrível mistério. Para conseguir fazer com que o autónomo funcione, objectivo que o seu pai não conseguiu concluir antes de morrer, tem que arranjar as peças certas para o fazer... Como é apenas uma criança, tem de furtar essas mesmas peças e não há melhor sítio que a Loja de Brinquedos para o fazer. Até ao dia em que é apanhado pelo dono da loja e este lhe tira tudo o que este tentava furtar, incluindo o diário precioso para ele, mas também por algum motivo, assustou o dono da loja que o promete destruir.

Hugo conta com a filha do dono da loja, Isabelle para recuperar o diário, o que promete não ser tarefa fácil.

Neste livro que conta com uma aventura dividida em dois episódios, contei-vos a introdução do primeiro. O outro episódio terão que o ler para descobrir que se segue na aventura do Hugo.

 

Um livro completamente dedicado ao cinema, e que justificou e bem a sua adaptação ao cinema e que lhe valeu ganhar cinco Óscares (na minha opinião ainda merecia mais, pelo menos mais o Óscar de Melhor Adaptação); é um livro dedicado a quem gosta de ler e viver a experiência, como também dedicado aos primórdios do cinema, contando com um argumento excelente, e ilustrações que farão ficar para a mesma página durante minutos seguidos.

 

 

Sinopse:

 

Uma autêntica experiência cinematográfica. Um intrincado, terno e arrebatador mistério, a não perder!


Órfão, guardião dos relógios e ladrão, Hugo vive por entre as paredes de uma movimentada estação de comboios parisiense, onde a sua sobrevivência depende de segredos e do anonimato. Mas quando, repentinamente, o seu mundo se encaixa – tal como as rodas dentadas dos relógios que vigia – com o de uma excêntrica rapariga amante de livros e o de um velho amargo, dono de uma lojinha de brinquedos, a vida secreta de Hugo e o seu segredo mais precioso são colocados em risco. Um desenho misterioso, um bloco que vale ouro, uma chave roubada, um homem mecânico e uma mensagem escondida do falecido pai de Hugo formam a espinha dorsal deste intrincado, terno e arrebatador mistério.

 

Publicado Por ChadGrey às 11:56

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