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Abr 11
 

 

 

Quando uma guerra e paixão se misturam,

poderá o final ser o mais feliz?

 

Lançado em 2004, A Filha do Capitão, romance magistralmente escrito pelo jornalista e escritor José Rodrigues dos Santos, tem como cenário a primeira grande guerra mundial.

 

Este livro dá vida ao Afonso Brandão, que estudou no seminário, mas por rebeldia e "falta de fé", não conclui o curso para futuramente ser padre com sucesso. Ingressou na Escola do Exército que lhe deu portas para no futuro ser o Capitão Afonso Brandão.

Paralelamente, a muitos quilómetros de Portugal, vive a bela e sensual francesa Agnés Chevallier. Filha de um enólogo que decidiu estudar medicina, viu a sua vida completamente alterada pelo destino chamado Primeira Guerra Mundial.

 

Capitão Afonso Brandão foi destacado para comandar uma companhia que fez missão nas trincheiras de Flandres. Foi quando chegou a França que conheceu o que se iria tornar o seu verdadeiro amor, a Agnés.

 

O livro é, por si, belo. Aborda vários termas desde "ciência vs. religião católica". Posso adiantar-me num pormenor que aprendi deste livro, que foi o de a religião católica ter proibido a prática de autópsias desde o século III até ao séc. XIV. Estamos a falar de mais de mil anos de ciência parada. Inúmeras curiosidades históricas como estas que referi se encontram e recheiam toda esta aventura que podemos ler n'A Filha do Capitão.

 

De fácil leitura e acessível a todos, aborda com mestria o insucesso que as forças militares portuguesas tiveram durante esta guerra. Perguntar-se-ão inúmeras vezes se o que o livro nos ensina é mesmo verdade, e tenho toda a confiança para dizer que sim, é mesmo verdade.


comentário:
Mais um livro de José Rodrigues dos Santos que ainda não li, mas não há-de faltar muito.
Por aquilo que percebi é mais um dos livros em que para além de vivermos um historia bela e intensa, também aprendemos bastante. São estes os livros que mais entusiasmam. O tema da "ciência vs. religião católica" interessa-me bastante.. é incrível como a fé e, muitas vezes a ignorância associada, tiveram e ainda têm tanta influencia nas pessoas.

Beijos
Amy Rose a 15 de Abril de 2011 às 14:50

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