04
Nov 11

 

Jesus Cristo;

A Sua Verdadeira História

 

Este deve ser o meu comentário sobre um livros que esteja disponiveis ao público mais recentemente, e é de bom agrado que a faço. Estou com certeza a falar do nono romance do escritor José Rodrigues dos Santos (JRS) e este foi intitulado por: O Último Segredo.

 

Este livro traz-nos uma nova aventura protagonizada pelo historiador e criptanalista Tomás de Noronha. JRS soube como dar continuidade às suas aventuras que prometem (e cumprem) misturar o que é ciêntificamente provado com a ficção circunstancial.

 

Nesta obra encontramos Tomas de Noronha numa expedição em Itália a fim de recuperar umas escavações quando, já tardíssimo e cansado, foi "convidado" pela polícia italiana para se encontrar com a bela inspectora Valentina Ferro, mas acontece que a inspectora se encontrava no local de um crime... Crime esse em que o português é o principal suspeito.

A vítima foi encontrada morta, degolada, e era conhecida do português, também historiadora e encontrava-se a investigar na biblioteca do vaticano o livro mais antigo no Novo Testamento da Bíblia Sagrada, o chamado Codex Vaticanus. O assassino deixou uma mensagem junto do corpo da vítima, mensagem essa que Tomás Parecia conhecer bem o seu significado o que deu jeito para a investigação, não só da morte da sua conhecida/amiga, como também doutro homicídio bastante longe do local, mas com o mesmo principio. 

 

O assassino tinha apenas uma mensagem a deixar: Quase todo o Novo Testamento é uma farsa e não conta a realidade como ela foi.

Sim, o tema deste livro é a religião católica, mas desta vez, o protagonista do Tema é a própria pessoa de Jesus Cristo. Quem foi? Quem representou? Quais foram os seus feitos? Jesus conheceria mesmo a religião Católica Romana Apostólica? Este livro assume a responsabilidade de responder a todas estas questões e muitas mais, como as inúmeras falhas, farsas e falsificações encontradas no livro das sagradas escrituras.

 

Como nono livros deste escritor português que mais livro vende neste nosso pequeno país, mesmo até aos dias de hoje terem sido lançados assiduamente um por ano, claramente não foram perdendo qualidade com o tempo. Podemos verificar nalguns momentos conversas com quebras ou mudanças radicais de tema sem as claras pontes, tendo ido logo ao ponto objectivo do argumento, mas são ocasionais. Na parte final da obra perguntei-me também: "Como é que é possível ter estado a falar da Bíblia e Jesus e de repente já estar a ler sobre o filme Parque Jurássico?!?", mas uma coisa é certa... Será tudo respondido e promete ser o melhor segredo e salvação de toda a humanidade.

 

Sinopse:

 

Uma palegrafa é brutalmente assassinada na Biblioteca Vaticana quando consultava um dos mais antigos manuscritos da Bíblia, o “Codex Vaticanus”. A polícia italiana convoca o célebre historiador e criptanalista português, Tomás Noronha, e mostra-lhe uma estranha mensagem deixada pela assassino ao lado do cadáver. 

A inspectora encarregada do caso é Valentina Ferro, uma beldade italiana que convence Tomás a ajudá-la no inquérito. Mas a sucessão de homicídios semelhantes noutros pontos do globo leva os dois investigadores a suspeitarem de que as vítimas estariam envolvidas em algo que as trascendia. Na busca da solução para os crimes, Tomás e Valentina põem-se no trilho dos enigmas da Bíblia, uma demanda que os conduzirá à Terra Santa e os colocará diante do último segredo do Novo Testamento:


A verdadeira identidade de Jesus Cristo.


Baseando-se em informações históricas genuínas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra excepcional como o grande mestre do mistério. Mais do que um notável romance, “O Último Segredo” desvenda-nos a chave do mais desconcertante enigma das escrituras.


8 comentários:
Acabei de o ler este fim de semana.
Como quase todos os livros deste grande autor, é um livro que se lê mesmo num instantezinho.
O que menos gostei foram das primeiras 200 paginas (mais coisas, menos coisa). Penso que foram um pouco exaustivas em varios pormenores da Biblia, sendo praticamente feitas de diálogos entre Tomás e Valentina. Mas depois de continuar a ler, percebi serem pormenores importantes para entendermos a restante história.

Para quem como eu, e penso ser a maioria de nós, cresceu em volta de pensamentos, mandamentos, ideologias ou apenas envoltos na cultura do cristianismo, este é um livro obrigatório.

Só frequentei a catequese por alguns meses quando era criança, e ir à missa nunca foi um costume cá em casa, mas de uma maneira ou outra cresci num ambiente cristão, e conforme os anos iam passando mais perguntas iam surgindo na minha cabeça... e na grande maioria nunca ouvi respostas satisfatórias. A minha querida avó foi das pessoas mais importantes na minha educação, e ela é e sempre foi uma católica devota em que nada pode ser questionado. Apenas questionar se existe Deus já é um pecado.

E esse é de facto um grande problema desta religião, talvez de outras também, que este livro tao bem aborda. Quando questionados sobre aspectos da sua religião, os católicos resumem tudo a um grande milagre ou mistério.

Este é sem duvida um livro que eu compreendo e que me ajudou a perceber quem foi realmente Jesus, e tal como já defendia, as religiões apenas existem porque o ser humano tem uma necessidade gigante de ter alguém a que recorrer, sobretudo nas horas más.

Cá para mim desde que a religião sirva para fazer o bem, não há problema em acreditarmos em milgres, misterios e fantasias... o pior é que nem sempre é assim.


Erro: foi "convdado" pela polícia italiana
Amy Rose a 23 de Novembro de 2011 às 19:48

Amy Rose, permita que lhe coloque, com todo o rerspeito, algumas perguntas.

"pormenores da Biblia"

* Verificou tais pormenores numa tradução de confiança da Bíblia (por exemplo, tradução de João Ferreira de Almeida, revista e actualizada no Brasil, ou Young's Literal Bible?
Se não, como sabe que são importantes?

"Para quem como eu... a maioria de nós, cresceu em volta de pensamentos... ou apenas envoltos na cultura do cristianismo, este é um livro obrigatório."

* Porquê? O livro é, ao menos, um tratado teológico sério? OU APENAS UM ROMANCE?

"Só frequentei a catequese alguns meses [em] criança, e ir à missa nunca foi costume... em casa, mas... cresci num ambiente cristão [que é um ambiente cristão?], e... os anos iam passando mais perguntas iam surgindo na minha cabeça... e... nunca ouvi respostas satisfatórias. A minha... avó... é e sempre foi uma católica devota em que nada pode ser questionado....

* Como acha que a sua opinião pode ser válida, se só aprendeu a catequese em criança, se não era costume ir à missa? Só porque nasceu num ambiente cristão? Num ambiente cristão as pessoas reconheceram a sua indignidade, arrependeram-se, foram salvas por Jesus e seguem-NO, amorosas e agradecidas (não foi o caso).
Onde procurou resposta às suas perguntas? Em que critério se baseia para determinar que não eram satisfatórias? No catecismo? Nas missas a que não era hábito assistir? E se a missa for um embuste? A sua avó era católica devota, ou realmente cristã (isto é: conhecia de facto Jesus e seguia-O por uma decisão livre da sua própria vontade), ou como a ensinaram, assim continuou, com convicções emprestadas e não com as suas próprias convicções?

"... um grande problema desta religião, talvez de outras também, que este livro tão bem aborda. Quando questionados... os católicos resumem tudo a um grande milagre ou mistério".

* Em face do que diz, que sabe a Amy Rose "desta religião" (católica)? E que sabe das outras? Questionou mesmo algum católico acerca deste assunto? E se nenhuma religião servir para nada?


"Este... livro... eu compreendo... me ajudou a perceber quem foi realmente Jesus, e... as religiões apenas existem porque o ser humano tem... necessidade gigante de alguém a que recorrer... nas horas más."

* Acha que sabe "quem foi realmente Jesus", só por ler este livro? Só por aquilo que disse um nome sonante que aproveita a sua posição na RTP e as reacções da Igreja Católica que infantilmente lhe faz publicidade gratuita ao contestá-lo? Quem é JRS para falar de Jesus? Com a mesma atenção que prestou a O ÚLTIMO SEGREDO, a Amy Rose já alguma vez leu Os Evangelhos, os Actos dos Apóstolos, As Cartas, O Apocalipse, enfim, o Novo Testamento e a Bíblia toda, a qual é a PALAVRA DE DEUS? As religiões podem, talvez, servir de algum amparo humano. Mas, as religiões são "alguém"? E se as religiões para nada valem, na medida em que são obra humana?
Falou em "alguém". Alguma vez na sua vida reparou que há realmente "Alguém" que faz a diferença? Já reparou que a Bíblia assegura que "todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus"? Que "o salário do pecado é a morte"? Que todos nascem "mortos em delitos e pecados"? Que "o mundo inteiro jaz no maligno" - maligno que é "o príncipe do mundo" e o sedutor "anjo de luz" que tem nas suas garras a vida e o destino de TODOS (de si também), pelo simples facto de terem nascido? Já reparou que quem se limita a nascer e a passar pela vida sem se preocupar, vai direitinho para o lugar de tormentos que escolheu (por omissão) ou por acção e vontade própria, incluindo considerar JRS deus, em vez dar glória ao único Deus - Pai, Filho e Espírito Santo? E por tomar como Bíblia UM ROMANCE (JRS), ou religiões, grandes e pequenas - neste caso a Igreja Católica Romana?

"...que a religião sirva para fazer o bem... acreditarmos em milagres, mistérios e fantasias... o pior é que nem sempre é assim."

Humanamente falando, não pensa mal. É bom fazer o bem, acreditando ou deixando de acreditar "em milagres, mistérios e fantasias".

A coisa mais acertada que diz é que "o pior é que nem sempre é assim". Mas como sabe? Pelo seu próprio humano raciocínio?

Feche os olhos. Contemple Jesus pagando na cruz a dívida da Amy, e vai começar a entender. Terei todo o prazer em ajudar. Shalom!

FILOSIESOUKRISTOU, de certo modo, gostei do teu comentário. Agora tenta a mesma coisa, mas para ti; ou seja: tu tens duas palas que te fazem guiar e acreditar cegamente num ser vivo, neste caso num ser humano que em tempos se chamou Jesus, que viveu à mais de 2000 anos e cujos relatos estão apenas num livro chamado Bíblia Sagrada e que foi escrita e compilada séculos depois desta pessoa que deu a vida por todos nós e está cheia de contradições. Experimenta tirar as palas... O que vês?
Paz!
ChadGrey a 27 de Novembro de 2011 às 00:02

Agradeço as suas palavras, reveladoras de uma consciência indagadora e receptiva, ChadGrey. Igualmente agradeço a sugestão de “tirar as duas palas”: demonstra inteligência e um certo reconhecimento de que todos nós, por motivos familiares, culturais, religiosos, tradicionais ou quaisquer outros, estamos limitados, condicionados, “orientados” à partida em determinada direcção, e sem escolha própria. A Bíblia refere-se a isso de forma mais crua e realista quando diz que “todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Bíblia, Novo Testamento, Romanos 3:23; 5:12). Ou seja: todos nascemos na situação de costas voltadas para Deus, devido, primeiro, à nossa origem, e, depois, às nossas próprias escolhas: em vez de voltarmos à pureza e inocência original (algo que está ao nosso alcance), não só confirmamos a infeliz escolha de Adão e Eva, como vamos além dela na senda da rebeldia contra o Criador.
Utilizando a sua expressão, comecei a sentir o incómodo e a limitação das “duas palas” nos bancos do seminário católico em que estive em criança. Existia lá um simples Novo Testamento (isto, num tempo em que as missas ainda eram em Latim, e a Bíblia, um livro, senão proibido, pelo menos altamente desaconselhado). Foi aí que a semente foi lançada no meu pequenino coração (9 aos 12 anos); também ajudou a leitura de “A Vida de Jesus”, de Plínio Salgado, uma espécie de Evangelho “romanceado”. Mas a semente só viria a frutificar anos depois, quando novamente Deus me confrontou com a Sua Palavra e me foi dado entender a minha realidade, a realidade de uma humanidade que está nas mãos do príncipe deste mundo – Lúcifer. E do que o próprio Deus precisou de fazer, enviando Seu Único Filho a ser uma pessoa em tudo igual a nós, excepto no pecado. O crime cometido pelo primeiro Adão – de quem todos descendemos – foi um crime contra a Divindade, um crime infinito, portanto. Significa isto que, dada a nossa humana e finita condição – mortos nos nossos delitos e pecados (Efésios 2:1) –, nos é totalmente impossível modificar tal situação. Apenas Alguém igual a Adão antes das queda e, simultaneamente, Deus, podia fazer o que está totalmente vedado ao ser humano.
Foi isso que Jesus fez. ”último Adão” (1 Coríntios 15:45) e Deus-Filho que é, deixou no Céu a Sua glória (Filipenses 2:5-11) e, como Único Homem Perfeito, ofereceu-se em resgate na cruz, e ressuscitou (João 10:17-18), para garantir o poder e a eficácia desse resgate.
Mas esse resgate só se torna efectivo a cada pessoa que, num acto de reconhecimento da própria miserável e desesperada condição, olhe para a cruz e para o túmulo vazio, entenda o que realmente se está a passar, e ACEITE, pela fé, a graça que, por Jesus Cristo lhe é oferecida (Efésios 2:8-9).
Nesse preciso e dramático momento, o preço do resgate é pago a Satanás e este não pode mais reter aquele que faz a melhor escolha da sua vida: aceitar Jesus como seu único Salvador.
É isto, em termos breves e simples, que se passa. As religiões, quaisquer que sejam, para nada servem (a não ser, talvez, para algum conforto puramente humano…). As obras para nada servem. Apenas Jesus, pelo Seu sangue, nos lava e purifica de todo o pecado (1 João 1:9), se cremos nEle de todo o coração.
Assim, prezada ChadGrey, há muitos anos que, não só me desfiz das tais palas, como também do lixo que, desde o nascimento é colocado nos olhos de todos pelos humanos comandados pelo seu sedutor príncipe. “O véu do templo rasgou-se” (Mateus 27:51) à morte de Jesus, e o acesso foi franqueado a todo o que realmente se quer salvar e sair da humana condição. Decidi aceitar a oferta de Deus e entrei resolutamente no “Santo dos Santos” (Hebreus 10:19) a coberto do precioso sangue que, por mim e em meu lugar, Jesus derramou.
Existe, de um lado, a Palavra de Deus. Do outro, a palavra de Satanás que enforma toda a palavra pensada e dita e todo o acto de quem quer que seja que ainda não foi lavado pelo sangue de Jesus. A decisão da escolha é nossa. Quem se limita a nascer, crescer e andar por aí ao sabor das correntes, jamais entenderá a Palavra de Deus. Está condicionado pelo poder de Satanás, que, incutindo-lhe uma falsa e enganosa sensação de liberdade, de facto o mantém aprisionado. (Continua)

Sinto que a ChadGrey é bem intencionada. Não fique por aí; empreenda o mais elevado empreendimento da sua vida: faça uma cuidada e laboriosa investigação PESSOAL acerca de Deus, de Jesus, da Bíblia. Ela foi “soprada” por Deus ao longo de aproximadamente 1500 anos, a mais de 40 autores humanos diferentes. Não foi “foi escrita e compilada séculos depois desta pessoa [O mais excelso nome: JESUS! – Actos 4:12] que deu a vida por todos nós (…)”; pelo contrário, no que a Jesus Cristo diz respeito, foi escrita por pessoas que O conheceram pessoalmente, com Ele conviveram e dEle deram testemunho. E não “(…) está cheia de contradições”, como dizia José Saramago, ateu confesso, e dizem muitas pessoas com opinião emprestada de quem diz mal “de tudo o que não entende” (Judas 1:10). É unanimemente aceite que o Novo Testamento foi escrito aproximadamente entre o ano 40 e o ano 100, bem mais cedo, pois, do que “os séculos depois”, que refere.
Estou concluindo a minha Tese de Mestrado sobre “O SÉTIMO SELO – 666”, de José Rodrigues dos Santos. O tema tem a ver com AS ÚLTIMAS COISAS, é simplesmente FORMIDÁVEL e ultrapassa de longe tudo quanto JRS escreve. Admiro este autor (ao ponto de o ter escolhido para a minha Tese), mas devo dizer que ele não é Deus e demonstra não ter de Deus o conhecimento que só do próprio Deus pode vir, pelo Espírito. “Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus” (1 Coríntios 2:11).
Estou com o tempo muito limitado, Mesmo assim, se achar bem, leia o blogue IesousKristos.blogs.sapo.pt (que fiz propositadamente para estes comentários). Vou tentar colocar lá alguma coisa, lentamente. Já tive uma página muito velhinha e simples (que ainda lá está: www.shalomtempodepaz.no.sapo.pt). Igualmente tive uma, mais bem feita, www.shalompt.net. Mas quem ma fez e quem a hospedava ficaram com o dinheiro, desapareceram; foi retirada da net e alguém ma queria, depois vender…
Ou escreva para shalom@sapo.pt. Pode estar certa de que não deixarei de responder, dizendo o que, em sã consciência e espírito construtivo se me oferecer.

“Experimenta tirar as palas... O que vês?”: Vejo claro. Vejo Jesus Cristo e tudo o que Ele tem guardado para os seus amigos: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” (João 15:15).

FilosIesouKristou
(amigo de Jesus Cristo – mas é MUITO MAIS Ele meu amigo do que eu dEle…)
FilosIesouKristou a 28 de Novembro de 2011 às 10:09

Belo comentário.
Concordo com tudo o que disseste, apenas se calhar por conhecer um pouco melhor a bíblia, até achei a primeira parte do livro bastante interessante.
Quanto à religião, enquanto a Igreja Católica for a instituição mais rica do mundo (logo aquela que melhor e mais facilmente põem os ensinamentos da bíblia em prática, ou seja, ajudar os mais carenciados), não lhes darei nada de mim. A Bíblia, ou a catequese e Igreja, só ensinam coisas boas isso é certo; mas quando eles próprios não as põem em prática, não me sinto nessa obrigação também.
ChadGrey a 26 de Novembro de 2011 às 23:57

LOL! ChadGrey... não queria comentar, mas quase rebolei no chão a rir com o seu comentário e tive de vir responder. Então critica a Igreja, mas depois assume que faz o mesmo do que aquilo que acabou de criticar? Isso é cuspir na própria testa. É como dizer "aquele gajo é um paspalho por não ter ajudado aquela velhinha a atravessar a estrada, mas já que ele não o fez, eu também não me sinto na obrigação de o fazer". Respondendo ao seguinte:
1 - A Igreja pode ser de facto uma das instituições mais ricas do Mundo, mas negar que é a que mais ajuda os necessitados é fechar os olhos à realidade. Nenhuma outra entidade Mundial reúne à sua volta tantas instituições de solidariedade como a Igreja Católica. E basta uma pequena pesquisa para descobrir isso.
2 - A Igreja nunca pediu nada a ninguém. As pessoas dão aquilo que sentem necessidade de dar. Porque é ali que se sentem preenchidas e é ali que sentem amadas e por isso acham que o seu dinheiro deve ser ali empregue. Certamente nunca viu nenhum padre ou religioso a abrir a carteira das pessoas ou a dizer qual o valor que têm de oferecer como se vê em muitos outros lados. Não pode culpar a Igreja duma riqueza que é oferecida de total e espontânea vontade pelos seus seguidores.
19911991 a 31 de Março de 2013 às 15:54

THULAUMAMELA a citar FILOSIESOUKRISTOU : "Não pode culpar a Igreja duma riqueza que é oferecida de total e espontânea vontade pelos seus seguidores".
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THULAUMAMELA a citar FILOSIESOUKRISTOU : "Não pode culpar a Igreja duma riqueza que é oferecida de total e espontânea vontade pelos seus seguidores".<BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>THULAUMAMELA</A> : Será que são realmente oferecidas de total e espontânea vontade, se por exemplo a condição para que fosse poupada sua vida diante de um frio assassino fosse tirar uma de suas mãos, não ofereceria de total vontade e sem considerar seu valor uma de suas mãos em troca de sua vida ( Salvação ). pois então não será pela promessa da salvação e vida eterna que os seus seguidores oferecem a igreja ( Deus). <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>Sera</A> realmente que a sua mão é oferecida de total e espontânea vontade?<BR><BR>Convido-a a reflectir filosoficamente sobre esta questão; existe sempre um estímulo para uma reacão, analise bem o texto biblico e vera que ele tem mais sobre aliciar os segudores a darem, para receber o que ela propõe em troca, Isto é; confição e arependimento sincero de seus pecados em troca do perdão divino e promessa da vida eterna. Um dos caminhos que a biblia sugere para a redenção e a salvação, é a caridade incondicional ( sem questionar). Será que: sitando: LOL! ChadGrey. “A Igreja nunca pediu nada a ninguém. As pessoas dão aquilo que sentem necessidade de dar”. <BR><BR>Procure entender o que é vontade, e percebera que ela nunca se manifesta sem razão/ motivo, sendo esse o caso os seguidores não oferecem espontaneamente. com vontade sim, porem não espontaneamente. se bem visto, percebera que elas oferecem como resultado logíco de um estimulo que se manifesta como reação da oferta em troca de algo. A vontade é uma manifetação cognitiva e não um acto espontânea , é compulsiva e não resultado de um fenomeno incosciênte e incosequênte.<BR><BR>Suponho que tenha ouvido falar de acediar, sabe então que equivale a aliciar ou estimular alguem a fazer algo contra sua propria vontade. A isso chama se manipula ção da vontade; (Fazer alguem perceber beneficios a seu favor onde realmente não existem e leva-la a agir de acordo com a vontade alheia com fims previamente calculados). a ciência faz uma obordagem bem esclarecedora sobre esta matéria. é possivel fazer se chantagem emocional ( acedio), e levar aguem a agir contra sua vontade muitas igrejas envagelicas e ate mesmo a catolica tem sabido esplorar essa faculdade, um exemplo claro e cada veis mais evidente é a famosa IURDE ( Igreja universal do reino de deus).<BR>Se é verdade e esta comprovado que a vontade pode ser manipulada. ver o link: mailto:http://www.hottopos.com/mp2/alfonso.htm , como pode então afirmar de viva voz o seguinte: "Não pode culpar a Igreja duma riqueza que é oferecida de total e espontânea vontade pelos seus seguidores".<BR><BR>A Fé manifesta se na vontade, fazer alguem crer consiste na manipulação da vontade, a igreja tem desde seculos montado esquemas para manipular a vontade dos crentes atraves de anucios de falsos milagres e falsas profecias.<BR><BR>Eu creio em deus. não no deus das igrejas ou das varias versões da biblia, mas sim no deus da vida, a dinvidade que se manifesta em mi todos os dias, no ar que respiro, na naturesa das coisas vivas, o verde dos campos, a magnitudo dos mares, a simplicidade de um soriso, a inocência de uma crianca, o amor de uma mãe para com um filho, o omor incondicional que arde na ecência do ser humano, efim no deus a quem reso todos os dias para me manter vivo e poder desfrutar de todas as maravilhas que me redeiam. Essa e a minha vontade e vos garanto ela é bem consciente e não é espontânea , é cognitiva e lógica.<BR><BR>
THULAUMAMELA a 6 de Junho de 2013 às 11:57

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