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Out 11

 

Portugal nunca foi rico na celebração do Halloween, ou o Dia das Bruxas, mas graças à implementação da língua inglesa no percurso escolar, os tutores ou professores fizeram questão de dar a conhecer esta tradição aos alunos, ensinando-lhes em que consiste a celebração do Halloween e do porquê. Esses mesmos alunos que passaram a ser obrigados a ter uma segunda lingua para estudar (nomeadamente o Inglês... No tempo dos nossos pais era o Francês) aprenderam, gostaram, cresceram e ajudaram a fazer crescer esta mesma tradição cá em Portugal. O Ler Ouvir Ver não fica indiferente à data e decidi fazer um pequeno artigo sobre jogos de terror. Farei uma pequena referência a alguns jogos, franquias ou sagas, este artigo não é um TOP logo a sua ordem é apenas circunstancial. Se acharem que falta algum jogo merecedor de pertencer a esta lista, falem em vossa justiça no local dos comentários.

 

Doom

Dos primeiros FPS (First Person Shooter) da história dos videojogos, Doom decide levarnos para longe deste planeta para enfrentarmos várias criaturas não amigáveis. Doom 3 é facilmente considerado dos jogos mais escuros e assustadores, deixando os jogadores ansiosos por uma sequela que tarda a sair e ainda sem data marcada.

 

Silent Hill  

 

Silent Hill convida-nos a "passear" na cidade de mesmo nome, invadida de cinzas derivada de um enorma incêndio que houve no passado. Acontece que a cidade para além de estar assombrada, convida toda a gente a entrar, mas ninguém consegue sair. Enfrentaremos terríveis demónios, sempre com o objectivo de encontrarmos quem amamos... Falta saber se quem procuramos quer mesmo ser encontrada.

 

 

Resident Evil

 

Possivelmente, a franquia Survival Horror mais famosa de todo o mundo. Biohazard (ou Resident Evil como é conhecido no resto do mundo) tem origem japonesa e promete muitos sustos, puzzles, estória e personagens envolventes e carismáticas. Uma luta pela sobrevivência. Umbrella Corporation é uma empresa ambiciosa que decide criar um antídoto ou vacina, chamada T-Virus, para criar posteriormente supersoldados. Acontece que houve uma fuga e o plano saiu furado. O que realmente acontece é que as pessoas morreram, mas passados alguns momentos voltam à vida, com fome de carne fresca e viva.

 

Sweet Home

 

Depois de conhecer mais sobre a série Resident Evil, descobri que este foi baseado neste antigo jogo para a Nintendo Entertainment System. Tive que o experimentar e realmente e por incrivel que se parece, encontram-se um sem número de coincidências que não se podem deixar ao acaso. Apesar deste Home Sweet ser um RPG, o ambiente está lá e acredito que possa ter sido em certas ocasiões perturbador.

 

Dead Space

 

Dead Space foi o único jogo desta lista que nasceu durante a presente geração de consolas. Conseguiu inovar o género em relação a bastantes pontos. O jogo passasse no espaço, num longinquo futuro; criaturas grotescas e implacáveis prometem não deixar sobreviventes a bordo da nave Ishimura (local onde se passam a maior parte do primeiro jogo e alguns capítulos do segundo). Isaac Clarke pode usufruir de armas e armaduras futuristas, mas não deixam cair o tema no ridiculo, antes pelo contrário.

 

Amnesia

 

Um jogo negro, mágico, interessante e bastante tenso. Promete provocar um sem número de sustos ao jogador, muitos deles por causa de coisa nenhuma que nos deixará para além de assustados, embaraçados. Peculiar e interessante, escuro e abstracto; é com certeza um jogo que dará que pensar. Pena, mais uma vez, um jogo com tanto potencial não conseguir a fama proporcionalmente.

 

Siren

 

Baseado num vilarejo e histórias verídicas, Siren: Blood Curse (Pertencente à série Siren) é o meu Survival Horror predilecto desta geração. Originalmente distribuido por capítulos na Playstation Network, foi mais tarde lançada a compilação completa em formato físico, tendo boas críticas em relação ao mesmo, mas péssimas vendas, também porque quando foi lançado não havia tanta gente com Playstation 3 e compras online ainda era um pouco tabu. Contudo não deixa de ser um jogo a seguir, principalmente pelos amantes do género.

 

Project Zero

 

 

Mais uma vez invadimos uma casa/mansão que realmente existe e que realmente se conta estar assombrada. Mas não é apenas o tema que alimenta o sucesso deste jogo, também conhecido fora da região PAL por Fatal Frame. Uma jovem que decide escrever um romance, aceita o desafio de investigar uma mansão que muitos dizem estar assombrada. Consigo leva uma especial máquina fotográfica que lhe salvará a vida e que deixará o jogador constantemente com pele de galinha.

 

Alone In The Dark

 

Quem não se lembra das famosas e sonoras disquetes 3,5"? Hoje temos jogos em DVDs e Blu-Rays com capacidade que ultrapassam os 50Gb, mas sempre que me lembro que instalava jogos por uma disquete que pouco mais de 1Mb sinto um sorriso nos lábios (acredito que leitores um pouco mais novos estejam a fazer aquela cara igual a quando descobrem que o jantar é sopa sem cor e depois peixe cozido com batata cozida, um prato também sem cor nenhuma). Não esquecendo o tema, Alone In The Dark um segue o seu título à risca. Estamos sózinhos a investigar um misterioso suicidio numa mansão nada amigável. Este jogo serviu de "rascunho" para obras como Silent hill e Resident Evil

 

Rule Of Rose 

 

Jogo misterioso, mágico e controverso, vestimos a pele de uma recente jovem que acorda num mundo onde quem o governa são simples crianças na tenra idade de brincar com bonecas limpas ou suja, sem distinção. Um jogo que apesar das suas falhas técnicas e de progresso lento, afectará com certeza o psicológico do jogador que é invadido não só pela tema, como pela resolução do mesmo.

 

Termino assim esta "Diz que é uma espécie de homenagem" a alguns jogos onde predominam o terror e os sustos. Se acharam que me esqueci de algum jogo, estejam à vontade que, se realmente me esqueci farei questão de acrescentar, se não acrescentar é porque não tive ainda oportunidade de o jogar.

 

Publicado Por ChadGrey às 21:46

comentário:
Graças aos longos anos de aulas de inglês na escola, ficamos a conhecer esta data e a usá-la para as mais diversas actividades que serviam sobretudo para fugir às aulas secantes do costume ;)
Ainda me lembro de num ano pegar numa abóbora, perder muito tempo em casa para ficar bonita, e fazer uma bela figura numa competição la da escola.
Belos tempos :)
Amy Rose a 2 de Novembro de 2011 às 13:47

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