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Out 11

 

O Vírus do Medo

 

Antes de começar a jogar Resident Evil na sempre amiga Playstation One, tinha de cumprir certos requisitos indispensáveis:
  1. Já ter passados das 21 horas, pois quer dizer que já é de noite;
  2. Ter som alto ou auscultadores para não incomodar o restante pessoal lá de casa;
  3. Garantir que a única fonte de luz no meu espaço seria a da televisão.

Cumpridos estes requisitos, estamos prontos para começar a jogar Resident Evil e segui o mesmo rigor para começar a jogar o Resident Evil Code: Veronica X. Este jogo foi, cronologicamente, o quarto jogo da série, tendo sido inicialmente lançado apenas para a Sega Dreamcast (como Resident Evil Code: Veronica) em 2000, em 2001 saiu uma versão melhorada para a Playstation 2 sendo esta versão Resident Evil Code: Veronica X (versão essa também presente na Dreamcast, mas apenas no Japão como Resident Evil Code: Veronica Complete) e em 2004 pode ser jogado na Nintendo GameCube, também como Code: Veronica X.

Em Resident Evil Code: Veronica X podemos contar com uma 

 

Estória


 

Dividida em duas partes. Eu gosto de dizer que este Resident Evil é uma sequela directa de Resident Evil 2 e 3: Nemesis, pois acontece 3 meses após os referidos jogos. Na primeira parte do jogo somos Claire Redfield, que está presa pois foi apanhada a invadir a sede da Umbrela Corporation de Paris, apenas com a intenção de encontrar provas que a dirijam ao encontro do seu irmão desaparecido. Esta prisão fica numa ilha [fictícia] na América do Sul, Ilha Rockfort. Mas, tal como Raccoon City, o vírus cheguou a África, deixando o cenário devastador. A mesma pessoa que nos prendeu, Rodrigo Raval, privado de fé, dá uma oportunidade a Claire para tentar escadar da ilha; mas não acredita no sucesso da mesma.

Na segunda parte da aventura somos priveligiados com a presença de Chris Redfield. Este também se encontra desesperado à procura da sua irmã. Ele soube que sua irmã estaria à sua procura pois recebeu um email de Leon Kennedy que o informa. Quando Chris chega a ilha Rockfort já não encontra Claire e encontra Rodrigo gravemente ferido. Encontramos também um inimigo nosso conhecido: Albert Wesker. Este agora trabalha numa organização da concorrência da Umbrella Corporation e assume que foi o culpado por ter espalhado o Vírus-T pela pela ilha sul americana. Para acompanhar esta aventura toda, podemos contar com uma

  

Jogabilidade


que pouco difere dos antecessores da série. Pode ser um ponto positivo para o ambiente Survival Horror, mas também pode não ser tão positivo no que diz respeito à câmara presa. Com a câmara presa, vai acontecer que algumas vezes teremos que dar tiros às criaturas nossas inimigas, sem sequer a estarmos a ver. Mas, no entanto, houve mais algum cuidado no que diz respeito a esse problema, pois quando exploramos um cenário onde irá decorrer alguma acção, a produção esforçou-se para a câmara se encontrar no melhor ângulo.

No que diz respeito à jogabilidade de personagens diferentes, nesta matéria nada muda. O Chris corre à mesma velocidade que Claire, podem usar as mesmas armas, etc. mas nada disto são pontos negativos, pois ambos tiveram treinos e não são apenas cidadãos que viraram matadores ou atiradores profissionais do dia para a noite.

A escassez de ervas curativas, munições, e até, dependendo da dificuldade que for jogado, os ink ribbon são escassos. Muitas vezes terão que correr pelos corredores repletos de zombies, tentando ao máximo não ser atacados, a fim de poupar munições e ervas curativas. O

 

Ambiente


é o melhor visto em Resident Evil. Os ambientes continuam escuros e repletos de surpresas, há ainda mais variedades de inimigos e cenários. Contudo, os constantes ecrãs de loading quando abrimos uma porta ou subimos umas escadas, podem cortar um pouco a acção.

As cutscenes são pequenos mimos intensos e muito bem feitos, recheados de uma banda sonora intrigante e assustadora. O jogo obriga ao apelo de todos os sentidos, para uma melhor experiência, mas sairá naturalmente, caso cumpram os requisitos que recomendei no início da análise.

Com alguns puzzles não muito óbvios (fiquei parvo quando vi que não havia nenhum documento que me indicasse qual a password do último computador, e depois descobri... Não me adianto mais e deixo para quem quiser jogar este jogo), mas efecientes e que nos premiam depois de resolvidos com um desabafo de "Consegui!".Com isto o meu

 

Veredicto


é que é um jogo recomendado a todos os amantes de Survival Horror e para os fãs de Resident Evil, este é mesmo obrigatório. Recheado de adrenalina e carregado de situações que nos provocam o susto, sentiram durante quase todo o tempo a vossa pulsação acima da média.

Outra mais valia é também o modo Battle Game, onde podemos jogar com 5 personagens do jogo e consiste em andar de uma ponta ao outro do cenário e matar o maior número de zombies ou criaturas no menor tempo possível. Os cenários dependem da personagem escolhida no início do modo.

 

Prós

  1. Ambiente Resident Evil
  2. Estória muito bem construida e cheia de mistérios
  3. Primeiro jogo da série totalmente em 3D
  4. Ambiente, banda sonora e vozes

Contras

  1. Câmara por vezes irritante
  2. Poderiam existir alguns ambientes um pouco mais abertos
Publicado Por ChadGrey às 14:17

2 comentários:
Gostei especialmente dos requisitos para jogar ;)
Amy Rose a 24 de Outubro de 2011 às 23:02

É verdade... Belos tempos em que eu seguia isso à risca! hehehehe!
ChadGrey a 26 de Outubro de 2011 às 00:42

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