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Set 11

 

Kratos,

Um Homem Entre Os Deuses e os Titãs. 

 

Ainda não se completarem cinco anos da existência de Kratos, mas mesmo assim já junta uma legião de fãs enorme, de fazer inveja a um sem número de franquias de longa data. Kratos já tem vivencias mais que suficientes para contar e deixar o seu legado por várias gerações... Já foi um humano normal, já abriu a Caixa de Pandora, já foi um Deus, já enfrentou a experiência de morte (mais que uma vez), já humilhou deuses, já foi humilhado por deuses, já ajudou e já foi ajudado também por deuses e titãs. Em tão poucos jogos, são inúmeras as aventuras e feitos deste nosso herói tatuado e com cor de fantasma.

 

Este jogo, o mais aguardado exclusivo da consola de alta definição da Sony, chegou e veio para marcar um legado na série.

A estória pega pelo termino do segundo jogo God Of War II onde Kratos com a ajuda de Gaia (Deusa da Terra, mas no jogo assume a forma de um Titã) e alguns titãs escalam o monte do Olimpo para derrubar a todo o custo todos os deuses do Olimpo e os seus poderes.

Grossos modos, God Of War III é mesmo isto, mas isso percebemos logo no primeiro jogo, que o objectivo de Kratos seria este. O que não nos tínhamos apercebido é que estamos perante eventos épicos e monstruosos, no bom sentido da palavra.

 

 

Kratos, contudo, não terá a vida facilitada. Apesar do seu objectivo ser o mesmo do dos titãs, há a certo momento um desentendimento e parece que, como se não bastasse, Kratos terá que eliminar também os titãs, aqueles que em tempos o protegeram.

 

Derrtoar todos os deuses, Poseidon, Hades, Helios, Hermes, Zeus, entre muitas outras surpresas que evitarei "spoilar" serão momentos mágicos de pura adrenalina, surpresa e de uma espectacularidade muito acima da média num videojogo. Escusado será dizer que cada Deus tem um papel "importante" no planeta e a sua derrota e destruição poderá trazer consequências devastadoras.

 

Kratos ainda tem as asas que conquistou no título "caseiro" anterior e estas serão muito úteis para ultrapassar algumas fases do jogo... Fases em teremos de evitar sermos atingidos enquanto voamos por um túnel vertical, serão as chamadas fases para a quebra do jogo, mas que nada trazem de negativo ao mesmo, pois estão de tal modo brilhantes e bem conseguido que as faremos e quereremos repetir as mesmas.

 

Os Puzzles estão equilibrados, como sempre, e mais criativos, objectivos e maiores. Mais intuitiva toda a relação do enredo com os cenários e a estória, de tal como que passaremos a perder tempo a apreciar cada detalhe de cada personagem, criatura, de cada design do nível e cenários. Os gráficos estão belos e maravilhosos! Cada sequência será feita com gráficos in-game invés do uso de CGI. Também será difícil distinguir a diferença.

Um apreço para o som, que está óptimo e épico, mesmo belo! A versão do jogo que joguei foi a versão do UK, com vozes originais, em Inglês, mas sei que cá em Portugal saiu o jogo totalmente em português, mas vi alguns vídeos com vozes em português, mas pouco posso comentar sobre as mesmas, apenas posso dizer que não me pareceram infelizes. Mas no que diz respeito às vozes originais, estão inigualáveis e espectaculares!

 

Certamente um fim feliz para a franquia, onde cada momento conta, cada jogada vale, e o valor da repetição estará lá, juntamente com os modos já conhecidos e o sistema de troféus com alguns desafiantes, mas não impossíveis, e com a incerteza do que será o futuro da série.

 

Prós:

  1. Épico e majestoso
  2. God Of War na nova consola da Sony
  3. Quick Time Events mais simples, mas completos
Contras:
  1. A capa do jogo algo pobre

 

Publicado Por ChadGrey às 14:32

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