06
Set 11

 

O ínicio da Jornada

 

Tudo tem um começo.

Após o lançamento do contagioso God Of War que os estúdios da Sony Entertainment perceberam que criaram uma mina de ouro, e que seria obrigação da mesma explorar ao máximo a jornada e vida de Kratos, já uma figura Playstation. Desta vez, um ano após o lançamento do primeiro, o estúdio Ready At Down explora a recente portátil da Sony, a Playstation Portable (PSP). Será que conseguirá ser comparável ao seu irmão da consola caseira?

 

Estória

 

Cronologicamente, este jogo é anterior ao primeiro.

Após Kratos matar o rei Persa, viu o Sol cair do céu e o planeta ficou embrulhado numa imensa escuridão. Kratos luta pela cidade de Maratona e, ouvindo a música da flauta que a sua falecida filha tocava, tenta ir ao encontro do som. Este encontra o templo do Deus Hélio, Deus do Sol, e Athena orienta/comanda Kratos para encontrar o Sol perdido.

Kratos descobre que o facto do sol ter caído é algo muito mais forte do que apenas a (suposta) queda de um Deus.

 

 

Jogabilidade

 

Apesar das características e controlos da PSP serem mais limitadas que a de um DualShock, o estúdio Ready at Downi não poupou esforços para tornar esta experiência portátil semelhante à da experiência caseira.

A ausência de um segundo analógico, L2, L3, R2 e R3; obrigaram o estúdio a escolher combinações de botões para compensar a ausência de alguns, mas mesmo assim o jogo faz questão de acompanhar de pequenas mensagens em forma de tutorial a fim de habituar o jogador a adaptar-se à portabilidade do jogo.

Apesar destes pequenos obstáculos, a curva de aprendizagem é bastante rápida e até fluida e compensatória. Nada de novo veremos em relação ao God Of War para a Playstation 2, mas o conceito de jogos portáteis está prestes a mudar, acreditando ser possível que qualquer tipo de jogo possa ser possível na pequena da Sony.

 

Ambiente

 

Muitos acreditam que a consola portátil tem a mesma qualidade gráfica que a "sua mãe" Playstation 2, mas a Ready at Down não conseguiu provar essa teoria. No entanto não verão melhor qualidade e fluidez num jogo portátil, seja em que consola for. O trabalho ambiental, tanto gráfico como sonoro, está excelente. No entanto podemos averiguar que, se calhar, não era assim tão impossível os cenários conterem mais alguns detalhes ou mesmo mais "preenchidos" com recheio decorativo.

 

Veredicto

 

Um jogo que promete de certo modo revolucionar o conceito de portabilidade. No entanto há pormenores que estamos habituados a ver na série quando jogamos numa consola caseira que não os veremos aqui, mas é certamente um bom pretexto para comprar uma PSP e ficar a conhecer na integra toda a estória do nosso herói cor de fantasma e tatuagem encarnada, antes da demanda contra o arrogante e ganancioso Deus da Guerra Ares.

 

Prós:

  1. God Of War e Kratos com todo o seu conceito numa portátil 
  2. Fluidez e surpresa na PSP

Contras:

  1. Tudo o que acham que os jogos caseiros da franquia têm em pouca quantidade, este tem menos (puzzles, bosses, inimigos, combinações), apesar de justificável.
Publicado Por ChadGrey às 17:08

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