22
Ago 11

 

Toda a vingança tem o seu preço,

Tal como o modo como a vemos.

 

Sétimo romance do escrito José Rodrigues dos Santos, lançado à dois anos atrás (2009) pela Gradiva.

Eu quando li esta obra, pouco ou nada sabia sobre a cultura e religião muçulmana. Depois de ler este livro, entre outros, mudei um pouco a minha maneira de pensar sobre os mesmos.

 

Os principais protagonistas desta obra são: o mesmo de O Codex 632, A Fórmula de Deus e O Sétimo Selo, ou seja, estamos a falar do criptologista Tomás de Noronha; e o Ahmed, uma criança egípcia.

A estrutura do romance está dividida em duas partes intercaladas:

  1. Numa lemos sobre os acontecimentos à volta de Tomás de Noronha. Parece que a CIA recebeu mais um código que não consegue decifrar e a prioridade para decifrar é máxima, pois parece que vem da Al-Qaeda e ameaça ter a ver com mais um ataque terrorista. Tomás fará tudo para decifrar a tempo com a ajuda de uma bela agente da CIA.
  2. Noutra vemos a vida de Ahmed. Como disse, é uma criança egípcia, mas saberemos todo o percurso de uma vida, neste caso, da vida deste jovem. Desde cedo que esta criança vê a sua vida a ser baseada nos costumes do Islão com base do Alcorão e com a ajuda de Mullah Saad, este vê os costumes mais pacíficos. Mas com o crescimento, Ahmed conhece um novo professor, este já mais radical e extremista e dá a conhecer a outra interpretação mais radical e "à letra" do livro sagrado escrito pelo profeta Maomé sob o mandato do Deus Allah. Cabe agora ao jovem decidir qual o caminho que o seu coração lhe indica.

É por isso que eu digo que aprendi muito com este livro, tal como tenho aprendido sempre bastante com os romances do jornalista José R. dos Santos. De forma resumida e intuitiva, estão abordados os aspectos mais carismáticos desta religião e cultura, onde são também visíveis várias comparações com a vivida cá em Portugal.


5 comentários:
Saiba também que no islam maomé até assassinou allah.
Cal a 22 de Agosto de 2011 às 21:12

Boa noite,

Obrigado pelo comentário, mas não o percebi.

Como é que foi possível Maomé ter assassinado um Deus, neste caso Allah?

Cumprimentos
ChadGrey a 23 de Agosto de 2011 às 00:47

Para quem como eu só houve falar de palavras como muçulmano, Islão ou Alcorão nos jornais, geralmente associadas a factos menos bons, não tem a mínima noção do quanto há a descobrir sobre esta cultura.
Lembro-me que devorei este livro num instante, motivada por querer saber mais e mais.
Para ler, mas sobretudo para a aprender.
Amy Rose a 15 de Outubro de 2011 às 19:57

Exactamente, eu também não imaginava o quanto eu pouco sabia sobre o povo muçulmano.

Sim, um livro para ler e para ficar a saber.
ChadGrey a 15 de Outubro de 2011 às 21:07

a única coisa que deve saber sobre "o povo muçulmano" é que o querem matar. E matarão logo que possam.
muhammed akbar a 30 de Julho de 2014 às 21:18

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