05
Ago 11

 

O fim da trilogia

 

Este é o último jogo Tomb Raider terminando assim a trilogia iniciada por Legends, passada por Anniversary e por fim Underworld. Lançado em 2008, e a marcar a estreia nas consolas da nova geração, será que a Eidos conseguiu adaptar-se na  com o primeiro jogo da série na mesma?

 

Estória

 

Lara continua à procura de respostas em relação ao desaparecimento misterioso da sua mãe. Ao que tudo indica, Lara terá de percorrer novos locais conhecidos, entre outros inexplorados pelo homem, os "submundos".

No inicio do jogo, encontramos a conhecida Croft Manor em chamas e prestes a ruir. Aparentemente, foi a própria Lara que incendiou a sua própria mansão. Neste primeiro nível, somos presenteados por um tutorial simpático para os jogadores se habituarem aos novos controlos e mecânicas. Lara descobre uma pista que a leva em busca ao martelo do Deus Nórdico do trovão: Thor. No entanto, segundo reza a lenda, Lara precisa de duas luvas e um cinto especial para suportar o peso e o poder do martelo.

Para variar, Lara não é a única interessada e as suas piores inimigas estão de volta para a atormentar, e desta vez trabalham juntas. Estou com certeza a falar da Amanda que conhecemos em Legends e da Natla que conhecemos em Anniversary.

 

Jogabilidade

 

E nesta matéria que a Eidos revela a pouca adaptação à recente geração de consolas. Os movimentos de Lara neste motor são bastante mecânicos e nada suaves em comparação com os dois últimos jogos da saga. Não vai ser raro sentir que a nossa aventureira se "teletransporta" em certos movimentos e condições onde os façamos... Por exemplo, quando estamos agarrados na beira de uma plataforma que faz canto, em vez de Lara definir bem o movimento ao deslocar-se, vão vê-la muitas vezes a fazer movimentos toscos e como por milagre encontrar-se no sitio desejado. No entanto não quero pintar já este cenário de preto, pois são ocasionais.

Tudo o resto é semelhante ao que conhecemos, podemos contar de novo com o PDA, com o cabo magnético e com um mapa sonar, bastante simpático e útil. Teremos um novo movimento especial, parecido com o visto em Anniversary, mas mais interactivo.

 

Ambiente

 

A Eidos não facilitou em criar cenários lindos e criativos de fazer "cair o queixo". Está tudo muito bonito, os gráficos estão bastante agradáveis, coloridos e luminosos. Os efeitos de água, onde haverão bastantes momentos para aproveitá-los, estão do melhor nos videojogos. Na fase do Mar Mediterrâneo, após o prólogo, teremos oportunidade de explorar uma vasta área onde só há água e a uma grande profundidade. Neste ponto, apesar de estar tudo belo e agradável aos olhos, poderiam ir um pouco mais longe no que diz respeito ao mergulho.

Quem já teve oportunidade de fazer mergulho, sabe que a apenas dez metros de profundidade temos que ter bastante cuidado para compensar a pressão para não ter lesões nos ouvidos nem ter a doença da descompressão, onde o nosso sangue começa a entrar em estado ainda mais líquido, afogando os nossos órgãos. No entanto Lara desce a mais de cem metros de profundidade a toda a velocidade e sem dificuldades. É apenas uma curiosidade, que nada negativa o jogo, mas não deixa de ser um pormenor.

 

Veredicto

 

Apesar de algumas falhas invisiveis nos jogos passados, não foge ao universo conhecido de Tomb Raider com outrora aconteceu. Um fim de uma trilogia, que deixa bastantes respostas deixadas pelos dois jogos passados, por isso quem não os jogou poderá por vezes sem saber o que se passa na trama da aventura.

 

Prós

  1. Um bom término para a trilogia
  2. Cenários impecáveis
  3. Puzzles

Contras

  1. Jogabilidade algo estranha e mal adaptada
  2. Mais uma vez, o ponto da dificuldade do jogo. Muito fácil mesmo.

 

Publicado Por ChadGrey às 02:48

2 comentários:
E ainda mais....!!
Amy Rose a 25 de Setembro de 2011 às 22:58

Há coisas que não é por estarem a mais que cansam heheheheh!
ChadGrey a 14 de Outubro de 2011 às 12:17

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