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Jul 11

 

O Inicio do Choro

 

Depois da (des)graça que foi a sequela de Devil May CryCapcom teve um grande desafio em mãos. Com fãs exigentes, descontente com Devil May Cry 2 e ansiosos para controlarem Dante,Capcom tomou uma decisão de fazer nascer: Devil May Cry 3: Dante's Awakening. Cronologicamente, este aconteceu antes do primeiro jogo da franquia. Neste podemos contar com uma

 

Estória


 

protagonizada pelo jovem teimoso e ousado Dante. Nesta aventura podemos assistir ao Vergil, irmão gémeo de Dante, tentar libertar o poder de Sparda, pai de ambos. Algo que, definitivamente, Dante quer impedir.

A aventura começa estando o "preguiçoso" do Dante na loja ainda sem nome e sem estar aberta para funções. O primeiro cliente foi Arkham, que nos trouxe uma mensagem de Vergil.

De imediato e ainda dentro da loja, somo atacados por diversos demónios, que nos perturbam o descanso, mas que são bem vindos para o aquecimento da demanda. No primeiro contacto comDante contamos logo com uma

 

Jogabilidade


bastante rápida, frenética e ousada. Dante é mais novo, é ágil.

Devil May Cry 3 é um Hack 'n' Slash onde defrontamos dezenas de inimigos ao mesmo tempo, onde o objectivo é sempre fazer os combos mais espectaculares que pudermos. Metralhar nos botões e fazermos sempre a mesma combinação sem sentido próprio não é a chave para o sucesso.

Cada inimigo/demónio, salvo algumas excepções, necessitam de uma estratégia própria para serem derrotados e, mais importante a nível de espectacularidade, sem sofrermos nenhum dano.

Para concluirmos a aventura com sucesso, podemos contar com as várias armas de fogo que apanhamos pelos cenários, e não só, e também com mais armas de luta corpo a corpo. Estas últimas, são dádivas que os nossos inimigos que amavelmente nos querem ver morto nos oferecem. Caso para dizer "se não o consegues vencer, junta-te a ele".

O sistema de evolução das armas, tanto de fogo, como de corpo a corpo, onde conseguimos mais habilidades e poder de dano, é feito através de compras em troca de Orbs, com excepção da evolução do estilo, pois este é evoluído através do uso e experiência. Ganhamos pontos de experiência pela evolução do estilo proporcionalmente ao "Show" que damos no seu uso.

Todos estes atributos podemos usufruir num

 

Ambiente


Completamente demoníaco. Devil May Cry 3 passasse na maior parte do seu tempo na torre invocada por VergilTemen-Ni-Gru. Esta torre é o portal entre o mundo humano e o mundo demoníaco.

O som é bastante bom, tal como esta franquia nos habituou, o voice acting é sincronizado e funcional. Mas, ainda mais importante, é a qualidade das falas, principalmente a ousadia de Dante. Não se admirem quando virem o nosso protagonista a chamar "Fido" ao um cão gigante de três cabeças que por si se encontra ansioso para nos eliminar.

As cutscenes são, também, ricas em movimentos e espectacularidade. Numas das primeiras cutscenesainda no primeiro capítulo vemos Dante a vestir a sua gabardina encarnada ao mesmo tempo que elimina uma série de demónios... Um pouco de "Show-off", mas que enchem o olho.

 

Veredicto


Valeu a pena a espera. Devil May Cry 2 saiu em menos de dois anos após o primeiro e este viu a sua data de lançamento mais de 3 anos após o segundo título. Foi, em todos os aspectos, uma evolução tanto da franquia, como do género.

Divertido ao máximo e com uma estória muito boa, onde a comparação com o primeiro é questionável. No entanto, a nível gráfico já mostra um motor cansado e a precisar de ser renovado, mas com a nova geração à porta, não é justificável gastos num novo motor gráfico. Apesar disto, graficamente está bonito, perceptível e funcional.

 

Prós

  1. Dante, seja bem-vindo
  2. Melhorias na jogabilidade
  3. Bosses gigantes, bons e carismáticos
  4. Bons momentos de humor, intriga e reviravolta
  5. Extras

Contras

  1. Dificuldade por vezes elevada;
  2. Vontade de jogar com Vergil, mas ficamos pela vontade...

 

Publicado Por ChadGrey às 10:17

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