18
Abr 13

Índice com todos os artigos iniciados em números ou caracteres especiais


0 a 9 - A - B- C - D - E - F - G - H - I - J - K - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V - W - X - Y - Z

 


0 a 9

Publicado Por ChadGrey às 00:09
tags:

10
Abr 13

 

Casas assombradas, fantasmas misteriosos, lendas e mouras encantadas!

 

Todos nós temos os nossos fantasmas. Uns mais invisíveis que outros, todos por vezes sentimos aquele arrepio que não sabemos de onde veio; por vezes pouco à vontade em algumas áreas onde entramos e há sempre aquela sombra projectada na parede à noite que quando lhe apetece cria formas que nos deixam receosos ou mesmo aquela corrente de ar que nos faz confundir com gritos ou vozes. Se nunca sentiram nunca nada disto, não são humanos.

 

Não estou a dizer que é tudo provocado por fantasmas ou espectros, mas sim pela nossa mente que consegue ser bastante brincalhona... Ou então foram fantasmas, não sei...

 

Adiante, todos nós já ouvimos bastantes estórias de fantasmas onde a maior parte delas são vindas de outros cantos do mundo. Famosos contos ligados a famosos que são vistos depois de mortos é um bom exemplo mas será que estes acontecimentos paranormais só acontecem noutros países? Será que os nossos vizinhos não têm também experiências para contar.

 

Vivemos num país bem mais antigo que os Estados Unidos da América e a Vanessa Fidalgo provou ao reunir uma série de testemunhos acompanhados de alguns factos históricos para alimentar cada trecho que também temos muito para contar.

Neste livro Vanessa faz uma pequena introdução e decidiu dividi-lo em quatro secções.

 

Na primeira secção temos histórias contadas sobre as casas assombradas. Testemunhos que garantem ter tido experiências que em tempos os atormentaram e obrigaram a muitos a mudarem-se de habitação. Não garantem ser fantasmas, mas garantem ter assistido a, por exemplo, objectos a levitar e portas a bater sem haver a possibilidade de correntes de ar.

Na segunda parte são os clássicos e conhecidos contos de fantasmas. Visões que ainda hoje pertubam quem os viram.

No capítulo 3 é-nos contados sítios assombrados por culpa de acontecimentos horríveis que mantém a sua "energia negativa" no local, como o título indica "Histórias de crime, amor e castigo".

Por fim temos "O lugar das lendas na história" onde subtilmente se misturam elementos históricos com acontecimentos paranormais.

Ao todo contamos com 76 contos que irá entreter quem os ler, quem acreditem no paranormal ou sejam apenas cépticos mas curiosos.

 

É no entanto de louvar todo o trabalho de pesquisa feito para a construção deste livro. Sente-se que houve um esforço onde todos, ou quase, os contos são suportados com alguma pesquisa em busca da veracidade do testemunho local ou pessoal.

A organização do livro também é confortável, até quando decidimos pesquisar ou pelas fontes ou pelos locais referidos em cada conto.

Com certeza, este livro interessará principalmente a quem acredita no paranormal, mas não só.

 

Prós:

  1. Organização e trabalho de pesquisa
  2.  Alguns contos farão arrepiar e até mesmo pensar
Contras:
  1. Podem haver histórias desinteressantes

 

Sinopse )

 


07
Abr 13

 

LIVRO III DA TRILOGIA: OS JOGOS DA FOME

 

Depois de uma longa ausência, estou de volta com muitos livros para comentar e análises a jogos e até uma nova área que quero abrir aqui neste espaço, mas uma coisa de cada vez e hoje é a vez de encerrar mais uma trilogia à muito iniciada.

 

Os Jogos de Fome teve um incrível impacto cá em Portugal, muito também pela ajuda da estreia do filme. Eu sei que não falo por todos, mas como eu muita gente teve conhecimento desta série com o aparecimento do filme baseado no primeiro livro da trilogia.

Li, e gostei tanto do livro como do filme. Tive de imediato vontade de ler a continuação: Em Chamas. Apesar de ameaçar ser uma sequela igual ao primeiro, prometeu uma gira reviravolta.

 

Agora para dar término à aventura da Katniss, Suzanne Collins apresenta-nos Mockingjay ou o amavelmente traduzido para a língua de Camões, A Revolta. Foi lançado nos Estados Unidos da América em 2010 e em Portugal em Novembro de 2011 sob a tradução de Jaime Araújo.


Vou-vos ser sincero. Não vos quero falar sobre a estória. É o ponto mais forte deste livro. Como Katniss diz: "O treze continua de pé" e ela também. É prometida uma enorme batalha, uma guerra estratégica entre o Capitólio e este grupo que apenas ambiciona a liberdade e o direito de viverem como seres humanos.


Esta aventura épica tras-nos a garra de uma jovem que acompanhada do seu melhor amigo, lidera e motiva um grupo de rebeldes a se manifestar e conquistar o capitólio. Como tudo, o capitólio não é constituído por um grupo de amadores e prometerão não só luta, como vingança pelo orgulho ferido.


Prós:

  1. Excelente fim de saga
  2. Katniss é uma jovem mulher com garra e conquistará os leitores
  3. Uma estória contada quase como epopeia quando comparada a alguns momentos da história mundial
  4. Muito espaço para spin-offs, se a escritora o desejar
Contras:
  1. Algumas personagens que antes deram brilho à saga, chegam neste conto como um espinho mal contado

 

Sinopse )

 

Publicado Por ChadGrey às 21:41

09
Mar 13

 

"Acima de tudo, nunca perder a esperança" - Pi Patel

 

Já conhecia a existência deste livro, mas depois de sair um filme baseado no mesmo e tendo sido nomeado para onze Óscares (dos onze ganhou quatro) confesso que me despertou ainda mais a atenção.

 

Foi pesquisar um pouco sobre o percurso do livro, desde o seu lançamento até à adaptação ao cinema. Estamos perante um livro de um grande escritor Yann Martel que já tinha publicado três livros antes de Life Of Pi, todos sem sucesso de vendas. Até no processo de venda desta obra, antes da publicação cinco editoras recusaram até que finalmente em 2001 a editora londrina Mariner Books arriscou e ganhou.

O livro caiu nas graças dos leitores, dos críticos e nas vendas. Faltava agora o próximo passo que era adaptá-lo ao cinema.

 

Segundo palavras do realizador do filme Ang Lee, o livro esteve parado nos escritorios de Hollywood durante cinco anos a espera que algum realizador pegasse nele. Ang Lee chegou a frente e fez o que até agora todos pensavam ser o impossível. Ainda não vi o filme, mas tudo indica ser mágico e espectacular. Irei vê-lo em breve.

 

Em relação ao livro, que foi publicado no nosso território em 2011, tem toda uma estrutura que desde o inicio cativará o leitor a envolver-se e sentir a narrativa que nos será contada. Começa com o que normalmente vemos no fim: com "Nota do Autor". Nesta pequena nota, Yann Martel justifica o que o levou a escrever esta obra. Este terá também a liberdade de interromper, e bem, a narração para acrescentar pequenas notas que nos ajudarão a acompanhar e a compreender o significado do que nos é contado.

 

Contando um pouco sobre a estória principal, estamos a falar dum rapaz que não foi abençoado pelo seu nome: Piscine Patel. Depressa ele habitua as pessoas a tratar apenas por Pi. Este rapaz desde cedo mostrou ser curioso, não só em relação ao jardim zoológico que os pais administravam, como em relação às religiões existentes. Apesar de crescer numa família pouco espiritual, Pi teve a necessidade de se aventurar nesse meio. Isto é um pouco da primeira parte do livro.

 

A segunda parte conta-nos sobre a migração do zoo para o Canadá. É durante esta migração que o barco se afunda e começa a verdadeira aventura espiritual, de sobrevivência e de fazer o leitor sentir toda a luta que será vivida. 

A terceira parte não falarei sobre a mesma, mas ela existe e dá o termino ao livro.

 

Já há muito tempo que não lia um livro que me trouxesse tantos sentimentos. Alegria, agonia, tristeza, desespero, ansiedade, curiosidade, compaixão, pena... Todos eles muitas vezes misturados em apenas um parágrafo.

Este livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura e também leitura orientada na sala de aula pelos alunos do 8.º ano de escolaridade, é também recomendado por mim a toda a gente que goste ou não de ler.

 

Prós:

  1. Leitura fácil e fluida, cativante e encorajadora
  2. Estória bela e mágica
  3. Personagens vivas e contagiosas
Sinopse )

 


02
Mar 13

 

"Come on! You started the hotdog eating contest without me?"  Spider-Man 2099

 

Numa industria onde os super-heróis não têm o mesmo tratamento que têm na banda desenhada (formato de onde a maior parte deles nasceram), na televisão ou cinema, mesmo assim à produtoras que investem nestas imagens. O descuido é normal. Estamos a falar de heróis que fazem praticamente tudo e ao colocar um jogador a controla-los, nós vamos querer que eles façam tudo, o que derivado das limitações tecnológicas não é possível.

 

Mas à sempre excepções à regra. Ainda temos bons jogos que fizeram jus a imagem do herói que representam. Temos o X-Men Origins: Wolverine; Spider-Man 2; Batman: Arkham Asylum ou City; Ultimate Spider-Man.

Com isto, para mim que sou consumidor desta forma de entretenimento é sempre um risco investir nestes jogos, pois o rácio de maus jogos é bem superior em relação aos bons jogos. Nesta geração de consolas (PS3) tenho apenas três jogos baseados em Super-Heróis; Spider-Man Web Of Shadows; Batman: Arkham Asylum e agora o Spider-Man: Shatered Dimensions. E é sobre este último título que vos vou falar aqui neste espacito.

 

Publicado Por ChadGrey às 12:24

24
Fev 13

 

 

Todos Mortos

Não Entrar

 

Depois do incrível e, por um lado, inesperado sucesso das bandas desenhadas e séries The Walking Dead, decidiram trazer ao público um livro, que nesta altura é mais justificado tendo em conta a personagem protagonizada neste exemplar.


Quem acompanha a série televisiva, estamos neste momento a assistir a terceira temporada onde parece que os nossos amigos têm um problema muito maior que apenas zombies, ou andantes, ou caminhantes, ou mortos-vivos, ou... etc.. Estamos a falar de uma pequena comunidade de pessoas vivas que se encontram a viver as suas vidas normais, mas são lideradas por um senhor que se auto-intitula por “Governador”.


Isto tudo falando sem contar nada demais sobre a série para não estragar surpresas, está a acontecer na série televisiva. O livro conta-nos o passado e como tudo começou para este líder nato, e implacável.


The Walking Dead: Rise Of The Governor saiu nos EUA no decorrer do ano 2011 e não é preciso conhecer muito para saber que tem tudo para agradar aos fãs da série, que não são poucos. Por cá, os portugueses podem comprar o livro desde o final do ano passado.
Foi escrito por Robert Kirkman que veio ao mundo com a sua criação (esta série em particular) no formato Banda Desenhada e também é o produtor-executivo e argumentista da série televisiva e por Jay Bonansinga conhecido escritor de romances onde predominam o terror; no seu currículo podemos encontrar livros como The Black Mariah, Perfect Victim ou Frozen.


Currículos e apresentações a parte, como disse, nem sempre o conhecido agora “Governador” foi implacável e pode ser que tenha tido os seus motivos para se moldar a imagem que teve. Somos colocados numa época onde o vírus atingiu a humanidade em força à apenas quatro meses
atrás e o objectivo do grupo que iremos conhecer é o mesmo que de costume: sobreviver sem perder vidas; sem deixarem-se iludir pelas pessoas que conhece que também podem ter outros propósitos e ter sempre alimentos e água disponíveis.


O grupo que iremos conhecer é constituidos pelos simpáticos Brian, Philip Blake, a pequenina Penny, Bobby e Nick. Estes são os nomes das

pessoas que vos vão acompanhar. Alguns podem ser vossos conhecidos, mas talvez não sejam as pessoas que vocês conhecem como são. 

 

Tenho que elogiar a conexão que existe neste livro entre a banda desenhada e a série. Quem conhece ambos sabe que muitas situações foram alteradas na série. A gosto de uns para melhor, a outros para pior, por isso sinto que houve um esforço para relacionar situações desconhecidas à
série televisiva com alguns fascículos da banda desenhada. Acho que vão adorar ler a placa: “Todos Mortos; Não Entrar”.


Como já disse, para os fãs da série televisiva ou da banda desenhada e que gostem de ler, têm aqui um livro obrigatório.
Para quem por algum motivo não goste da série, mas goste da temática “Zombie” pode encontrar aqui um bom exemplar também (incomparável com Cell, por exemplo). A estes últimos o único senão é que haverão momentos chave que passarão ao lado do leitor que desconhece a série, mas serão momentos nostálgicos e trarão boas recordações a quem conhece.
Vou agora num instante guardar umas comidas enlatadas para futuras eventualidades.

 

Prós:

  1. Relação à Banda Desenhada e Televisão
  2. Personagens
  3. Estória, que apesar de simples, é cativante e chamativa
  4. Twist de fazer o leitor abrir a boca

Contras:

  1. Alguns momentos são repetitivos e não havia necessidade de os vermos, de novo
  2. Porque é que toda a gente age como se nunca tivesse visto um filme de zombies?!  
Sinopse )

11
Fev 13

 

“É preciso saber quando está terminado; poisa então o lápis ou o pincel. Tudo o mais é apenas vida”

 

Não consigo disfarçar o quanto gosto de Stephen King e todo o seu trabalho até à data.
Este é um dos seus livros mais recentes. Duma Key foi lançado nos Estados Unidos em meados de 2008 - um ano depois já se encontrava a venda nas prateleiras das nossas lojas - e após os 34 anos de carreira (na altura do lançamento do livro) este não nos consegue deixar de surpreender.


Contador de estórias nato, este desta vez faz com que Edgar Freemantle se apresente (sim, quero com isto dizer que desta vez Duma Key é-nos contada na primeira pessoa).
Até aqui este nos persegue com a sua imprevisibilidade; estaremos a ler uma estória contada por um aleijado. Pessoa já de meia idade que por força de um acidente ficou aleijada e com algumas deficiências motoras. O acidente deste empreiteiro trouxe sérias mudanças na sua vida. Divórcio, uma terapia fez com que este se muda-se para longe da sua terra e família onde conheceu seu grande e para sempre amigo Wireman. Wireman também tem a sua estória que o levou àquele local que será a nossa casa enquanto tivermos com o livro aberto.

O Senhor Edgar instala-se numa casa alugada a uma senhora velhota e “filha” de Duma Key e onde se dedica a uma antiga paixão que se revela agora ser sua única: a de pintar.


É aqui que a paixão pode se revelar ser uma das coisas mais perturbadoras e assustadoras, coisas que influenciarão, apesar de viverem bem longe, a vida da sua ex-mulher, antigos melhores amigos e das suas duas filhas.


É díficil sermos imparciais quando fazemos algo que gostamos e dedicado a algo que nos fez gostar do que gostamos. Stephen King e a sua obra foi aquela que me fez procurar ler cada vez mais livros em busca de estória e por vezes história que nos surpreenda não só por si, mas do modo que nos é
apresentada ou contada. Verdade seja também dita... Depois de ler um livro “As Cinquenta Sombras”, facilmente somos surpreendidos com qualquer coisa.


Não confundir. Este livro não é qualquer coisa. Pode até ser bastante complexo. Se por algum motivo lerem uma ou duas páginas “na diagonal”, perderão o fio à meada e se o querem compreender na integra terão que voltar atrás. 

 

Achei muito bom o formato deste livro. Dividido em duas principais partes onde numa é-nos contado todo o enredo e argumento sequencialmente e intercaladamente temos os capítulos “Como fazer um quadro” onde o leitor é posto na visão de um artista (neste caso pintor) embriagado naquilo que está a fazer. Vocês sentirão mesmo todo o cenário que isso implica.


Não verão um festival de sangue como em Carrie, nem uma mente perturbada e obcecada visto em Misery, nem um quadro ansioso por vingança como em Emily Rose; mas assistirão àquilo que os críticos chamam de thriller psicológico pesado e complexo, num ambiente fresco e claro.

 

Prós:

  1. Divisão dos capítulos
  2. Personagens
  3. Estória

Contras:

  1. É fácil perder a ordem de ideias que é proposto
  2. Nalgumas expressões a tradução é duvidosa, mas eu não conheço os textos originais

 

 

Sinopse )

 

Publicado Por ChadGrey às 02:05

26
Jan 13

 

 

Livro III

 

E chegamos finalmente ao fim da trilogia mais vendida do mundo. Já vos falei do primeiro As Cinquenta Sombras de Grey, a nova experiência capaz de reproduzir nos leitores sensações novas e dar até a conhecer novas matérias no que ao erotismo diz respeito; do segundo As Cinquenta Sombras Mais Negras onde a repetição é algo maçadora e não traz aquela sensação fresca e nova do primeiro e agora falo-vos deste terceiro título.


Tal como o segundo da trilogia é uma sequela directa do primeiro, este é uma sequela directa do segundo. Começa imediatamente após sentirmos a presença de uma pessoa vingativa que faz de tudo para destruir a vida do nosso casal protagonista: Anastacia Steele e Christian Grey.


Mas após voltas e reviravoltas sem muito nexo nem estimulo ao intelecto do leitor, este nosso casal volta à harmonia e ao erotismo claro e sexual; mas continuo a defender a minha “tese” de que estes livros pouco têm a ver com erotismo, mas sim com pornografia literária da mais explicita e clara que
dificilmente se vê representada em filmes para maiores de 18 anos ou mais.


Pouco me compete a mim falar da estória deste livro porque a escritora deu-se ao luxo de me dar o mesmo tratamento, mas posso dizer que neste ramo terão pela vossa frente uma estrutura muito superficial, simplista, pouco lúcida e... piquinhas também!

 

"O que é que queres dizer com piquinas?!" Perguntam os 3 leitores que lêm isto...
É simples... O livro é-nos contado na primeira pessoa, na pele da Anastacia, e podem ter a certeza que sempre que esta senhora com m muito pequeno (m de “menina”) se lembrar, ver, ou simplesmente falar com o senhor Grey vocês vão querer vomitar arco-íris pelo nariz de tanta obsessão (onde muitas pessoas chamam de paixão) que esta senhora sente por ele. Eu poderia citar poucos exemplos que nos são apresentados, mas se lerem o livro viverão esses poucos exemplos, mas vezes sem conta de tantas vezes que fazem questão de repetir pelas mais de 600 páginas que lerem.


Mas sim, tenho que dizer que para quem leu os dois primeiros livros (mas os dois e completos... Se lerem só o primeiro já não) este livro tem de ser obrigatório na vossa colecção. Nada de novo traz, vocês vão querer passar páginas porque sabem perfeitamente no que vai dar,
mas as experiências continuam lá e podem sempre dar algumas ideias a quem queira experimentar. Vale também pelos capítulos finais que nos contam alguns episódios em anexo que podem ser interessantes e colaboram com a estória.


Com isto encerro a experiência Cinquenta Sombras, mas no futuro (longínquo ou não) farei um artigo que fará um apanhado da biografia da escritora, e focar-me um pouco mais na trilogia no geral, passado, presente e o que o futuro poderá reservar a série; um pouco como fiz com a saga (in)acabada de Millennium.


Prós:

  1. O fim de uma estória

Contras:

  1. Repetido, Óbvio e superficial
  2. À população em geral do sexo masculino terá pela frente um livro até embaraçoso (lê-lo nos transportes pode não ser confortável)

 

 

Sinopse )

 


12
Jan 13

 

"I raised you, and loved you, I've given you weapons, taught you techniques, endowed you with knowledge. There's nothing more for me to give you. All that's left for you to take is my life." - The Joy a.k.a. The Boss

 

Já estava mais que na altura de vos falar do quinto jogo canónico da saga Metal Gear (ou terceiro, se quisermos contar apenas a partir do Metal Gear Solid). Estamos a falar de Metal Gear Solid 3: Snake Eater (MGS3), mas falarei também da versão que saiu posteriormente, o Subsistence.

MGS3 saiu para a Playstation 2 no Japão em 2004, mas o continente europeu só lhe pode por as mãos em cima quase um ano depois, já em 2005.

Ao contrário do que seria de esperar, o produtor do jogo Hideo Kojima não deu uma sequela directa de Metal Gear Solid 2, mas reuniu toda a sua criatividade e esforços para criar a prequela de toda a saga. Tanto que o nosso protagonista não é Solid Snake mas sim o Big Boss, antes de ser sequer Big Boss; no entanto temos o nome de código Snake, Naked Snake.

 

O jogo MGS3: Snake Eater decorre cronologicamente no periodo da Guerra Fria. Estamos a falar da década de 1960. Como vos disse, nós seremos o corpo do operacional da FOX (grupo militar dos EUA afiliado à CIA. Este grupo foi formado pelo Major Zero e pela The Boss) chamado Naked Snake e temos uma missão: Infiltramo-nos pela floresta da União Soviérica e encontrar o desertor que se dedicou na criação de uma arma nuclear. Esta missão chama-se Virtuous Mission. Concluindo ou não esta missão com sucesso que vos entreterá cerca de 20% do jogo, as outras 80% do jogo são preenchidas com fim a concluir a Snake Eater Mission.

 

Publicado Por ChadGrey às 14:10

05
Jan 13

 

"A palavra de uma criança, embora honesta e verdadeira tem pouco valor para aqueles que não sabem mais ouvir." - Dumbledore

 

Depois de quase um mês sem postar nada neste espectacular Blog, espero que vocês dois ou três leitores tenham tido um Natal divertido ao pé de quem mais gostam e um Ano Novo igual ou ainda melhor!

 

E o primeiro post do ano 2013 é sobre um livro sobre uma série que por vários motivos quase que já nos acompanha nas nossas épocas natalícias, mais ou menos como o imortal Sozinho em Casa. Estou a falar de Harry Potter e acompanhou-me na sua aventura com o Prisioneiro de Azkaban.

 

Um livro de leitura recomendada pelo plano nacional àqueles jovens estudantes que frequentem o sexto ano de escolaridade, é com todo o gosto que (mesmo tendo concluído o sexto ano à uns belos anos) li este exemplar que representa com mestria o mundo da feitiçaria.

Tudo começa um pouco semelhante aos dois anteriores: Harry Potter estava em casa dos muggles (a família não feiticeira e única de Harry, os Dursleys) e, cansado de ser ignorado e até maltratado quebrou uma regra importante de Hogwarts, pois este usou feitiçaria fora do recinto da escola, mesmo pouco tempo antes de começar o terceiro ano para Harry.

 

Harry encontrou os seus melhores amigos: O Ron sempre acompanhado do seu rato que não tinha um dedo e a Hermonie que decidiu comprar um gato em vez de uma coruja. Curiosa escolha. E assim começa o terceiro ano, ano em que Harry e a sua equipa de Quidditch se empenha para ganhar o prémio no final do ano. Ano também onde, ao que parece, um dos prisioneiros mais perigosos do mundo da feitiçaria conseguiu fugir com sucesso da prisão. E parece que este prisioneiro está com fome, fome de vingança pelo o que Harry ainda bebe fez àquele-cujo-nome-não-pode-ser-pronunciado, seu mestre.

 

Harry Potter and the Prisoner of Azkaban foi lançado no Verão de 1999 no Reino Unido (naturalidade da escritora J. K. Rowling) e em pouco menos de um ano viu a primeira edição a sair neste país ibérico.

Contem com uma edição (portuguesa) de 352 páginas onde encontramos a aventura dividida por 22 capítulos. Na minha opinião, até à data e tendo em conta que este foi o último livro que li da saga, estamos perante a aventura com os melhores twist's da série. Muitos feitiços e engenhos onde sentimos que a cada ano lectivo os nossos feiticeiros estão mesmo a aprender e a evoluir, sendo cada vez mais perspicazes e habilidosos com as varinhas, e não só.

 

Desde 2004 que podemos assistir à adaptação feita desta aventura à magia do cinema. Desta vez contamos com a realização de Alfonso Cuarón e mantenho a opinião de que as adaptações ao cinema das aventuras do nosso feiticeiro conseguem ser das mais fieis captando os grandes momentos do livro.

 

Prós:

  1. Harry Potter e amigos de volta e em grande
  2. Os textos continuam cativantes para todas as idades (espero eu ;) )
  3. A organização deste livro está soberba, tendo em conta todas as peripécias organizadas

 Contras:

  1. A perseguição de Snape  Malfoy ao Harry por vezes é irritante e injustificada.
Sinopse )

 


Banner
Mais Sobre Mim
Pesquisar